Tax Free Shopping no Brasil – A transformação do comércio varejista em exportação
Diogo Bueno e Paulo Senise*

 

 

 

Ao redor do mundo, em 52 países, Tax Free Shopping funciona como incentivador do consumo de bens por viajantes internacionais através do reembolso do imposto sobre o valor agregado – IVA, uma poderosa ferramenta para transformar visitantes em compradores. Ao promover o Tax Free Shopping os Governos os encorajam a gastarem mais, aumentando a atratividade do país por turistas internacionais e
incentivando a exportação de bens de consumo diretamente pelo comércio lojista, sem burocracia e com total transparência na transmissão de dados às Receitas Federal e Estadual.

No Brasil, o Tax Free está em fase de análise do projeto de implantação proposto pela Monex Par, já aprovado pela Comissão de Turismo da Câmara Federal e protocolado na Comissão de Constituição e Justiça para então ser submetida à análise do Senado Federal.

Como empresa implantadora do sistema Tax Free no Brasil, a MonexPar associou-se a uma operadora internacional de Tax Free líder em transações ao redor do mundo, com relevante experiência em operações globais, conexões com os principais mercados emissores e parceira de mais de centenas de milhares de comerciantes. No modelo proposto a MonexPar se encarregará da implantação e da operação do sistema de reembolso diretamente ao cliente e de todo o investimento necessário para seu funcionamento, utilizando as melhores práticas internacionais e o que há de mais moderno em diferentes países. O lojista, ao escolher a MonexPar e sua operadora internacional, será beneficiado pelo uso de uma plataforma tecnológica segura que proporcionará aos seus clientes descontos nos produtos comercializados nas lojas,
gerando um ciclo virtuoso de aumento das vendas e benefícios.

Outras vantagens oferecidas pela MonexPar aos lojistas incluem: relatórios de desempenho e tendências internacionais; processos de reembolso simples e rápidos; contabilidade transparente; opções de pagamento; serviços de marketing opcionais; além de soluções técnicas inovadoras e formação para colaboradores.

A retomada do turismo internacional passará por uma fase de extrema concorrência entre os destinos e exigirá um conjunto de medidas e benefícios que se traduzam em vantagens competitivas para o turista. O Tax Free certamente não é a única solução, mas pode colocar o Brasil em condição comparável aos seus concorrentes internacionais, no que toca ao hábito do consumo, para muitos, um quesito decisivo na
escolha de roteiros de viagens.

A transparência sobre a saúde de líderes políticos
Gilberto Ururahy*

 

Gilberto Ururahy ao lado do Prefeito Eduardo Paes, após realizar o seu check-up na MedRio

 

Quando um político compartilha publicamente, pela imprensa ou nas redes sociais, informações relevantes sobre o seu quadro de saúde demonstra ter um enorme respeito não apenas por quem o elegeu, mas por toda a população que governa. Numa sociedade moderna e responsável, a transparência de figuras públicas é fundamental.

Nas últimas três décadas, a MedRio Check-up recebeu dezenas de políticos, dos mais diferentes matizes ideológicas e partidárias. O mais recente foi o prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, que veio à nossa clínica esta semana para seus exames de rotina e a postou em suas redes sociais, alcançando grande repercussão entre seus seguidores. Como ele mesmo se antecipou a dizer em sua página no Instagram, seus exames estão absolutamente normais e o prefeito se encontra em perfeita condição de saúde para governar nossa cidade – tarefa nada fácil.

Foi-se o tempo em que políticos precisavam omitir sua eventual fragilidade de saúde para se mostrarem fortes diante do público, a exemplo da histórica foto de Tancredo Neves cercado por seus médicos tentando convencer a população que sua situação estava sob controle. O tiro saiu pela culatra e Tancredo morreu pouco depois.

Nos últimos anos acompanhamos o ex-presidente Itamar Franco se licenciar do Senado para se tratar da leucemia que viria a vitima-lo; vimos a batalha da então ministra Dilma Rousseff contra um linfoma, em 2009; o câncer na laringe do ex-presidente Lula, em 2011, e as reincidentes cirurgias a que o presidente Jair Bolsonaro precisou se submeter depois da facada durante a campanha, em 2018.

Um grande exemplo recente foi o caso do prefeito de São Paulo, Bruno Covas. Falecido em maio, Covas compartilhou com o povo da cidade que governava – e com todo o Brasil – sua longa e corajosa luta contra o câncer. Nas eleições de 2020, o povo de São Paulo o escolheu como prefeito, mesmo sabendo do seu quadro de saúde delicado. E por que? Porque ele nunca escondeu seu tratamento dos eleitores.

O primeiro-ministro inglês Boris Johnson precisou tomar um susto ao ser internado de Covid-19 para dar o real peso que a doença tem. Desde então, se tornou um dos maiores divulgadores da cautela com medidas sanitárias e defensores da vacina.

Ao informarem não apenas os tratamentos, mas também a prevenção contra doenças, como o faz agora o prefeito Eduardo Paes, os políticos incutem na população as noções de bem-estar, qualidade de vida e exames preventivos. Parabéns ao prefeito pelo gesto. Saúde é prevenção!

*Gilberto Ururahy é diretor médico da MedRio Check-Up

Benefícios da Gestão de Pacientes Crônicos
Olivia Couto

 

Olivia Couto é advogada da BMS Projetos & Consultoria

As doenças crônicas estão entre as enfermidades que mais afetam a população brasileira. Diabetes, hipertensão, tabagismo, tireoide, obesidade, ansiedade e depressão são as que mais afligem os médicos em decorrência da sua cronicidade e tratamentos prolongados. Uma gestão de pacientes crônicos consiste em um acompanhamento assistencial e clínico para essas enfermidades, realizando uma melhora no hábito de vida, reforçando a utilização de medicamentos e prevenindo algumas complicações com diagnósticos antecipados.

 

Com o sistema de gestão de pacientes crônicos, é possível reduzir gastos com itens para saúde, bem como o número de internações em hospitais e clínicas, proporcionando custo-benefício tanto para as empresas especializadas (hospitais e planos de saúde) quanto para os pacientes. Mais do que simplesmente controlar atestados médicos, a Gestão de Afastados tem a finalidade de minimizar as repercussões negativas das medidas previdenciárias.

O pacote de serviços da BMS é voltado para oferecer amplo monitoramento de situações que envolvam afastamentos.

Nossa atuação inclui:

* Acompanhamento de pré-perícias;

* Agendamento e gestão das perícias;

* Produção de relatórios médicos com correto enquadramento de NTEP;

* Investigação de acidentes de trabalho;

* Contestação do laudo do INSS, se necessário;

* Controle de afastados de curto e longo prazo pelo INSS;

* Gestão de absenteísmo.

Apresentamos a contestação de NTEP nos casos em que se aplica e atuamos na identificação da ocorrência, na manutenção do histórico de afastamento e do controle das contestações.

Nossa solução é focada em mitigar a falta de controle dos atestados, o não acompanhamento dos afastados, perda de prazo de recursos, aumento do FAP e outras situações delicadas. O processo que desenvolvemos combina sistema automatizado, equipe técnica especializada e ferramentas alinhadas ao que há de melhor e mais inovador no mercado de benefícios.

O objetivo é analisar, organizar e integrar os bancos de dados de clientes e parceiros com transparência e garantia de resultados.

Além das vantagens descritas, nosso sistema possui interface com o site do INSS e oferece monitoramento, cruzamento de dados, identificação de divergências e análises estatísticas para proporcionar consistência e clareza nos procedimentos. A ferramenta ainda possibilita a personalização de alertas para controle de prazos.

Entre em contato com a BMS e saiba como podemos te ajudar.

5 motivos para contratar:

  1. Ferramenta completa para a Gestão de Afastados;
  2. Alertas customizáveis e controle de prazos;
  3. Análises estatísticas qualitativas dos afastamentos;
  4. Geração de relatórios;
  5. Redução do FAP (Fator Acidentário de Prevenção).

Situações delicadas exigem experiência, consistência e transparência. Há ocorrências que demandam monitoramento e comprovação. A fim de facilitar a Gestão de Afastados, a BMS desenvolveu um sistema que possibilita maior controle por parte das empresas. Os ganhos são a manutenção da transparência e a redução de custos.

Cultura de prevenção nas empresas para gerenciar riscos por afastamento do trabalho
Caroline Jones

 

Caroline Jones é diretora jurídica da BMS Projetos & Consultoria

O cenário de pandemia traz um risco muito alto para as empresas. A Covid-19 pode ser considerada doença ocupacional e tem impacto enorme no dia a dia das corporações, seja no ambiente interno e externo, no deslocamento dos colaboradores ou em suas casas. Cabe perguntar aos gestores: o Sistema de SST (Saúde e Segurança do Trabalho) é resiliente? O Gerenciamento de Risco Ocupacional (GRO) faz parte desse sistema integrado? Na empresa, existe um Comitê Gestor de Afastados, ativos e terceirizados, nos quais se inserem, com poder decisório horizontal, RH, Contabilidade, SST e Direção?

 

Caso estas interrogações tragam mais dúvidas do que respostas, é importante observar o seguinte: o Informe do Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho, em 2020, registrou 20,8 mil notificações de acidente de trabalho por CID B34.2 (Infecção por coronavírus de localização não especificada) e 51 mil afastamentos por CID B97.2 (Coronavírus, como causa de doenças classificadas em outros capítulos). Isso somente na cidade de São Paulo, que reúne 12,3 milhões de habitantes (IBGE, 2020).

Os números do INSS referentes à referida capital, nos casos de Covid-19, são os seguintes: 5,6 mil concessões de benefícios previdenciários em 2020; 1,1 mil CATs (INSS/CATWEB); e 51 mil Afastamentos Previdenciários Acidentários (B91). Os benefícios por incapacidade causados por doença respiratória saltaram de 19,3 mil, em 2019, para 51,3 mil em 2020, uma alta de 166%. Analisando apenas o tipo de doença, a Covid-19 ficou em segundo lugar nas concessões de auxílio incapacidade em 2020, só perdendo para as doenças incapacitantes por problemas no disco lombar, que lideram o ranking com 45,7 mil benefícios.

O contexto de pandemia reforçou em todos – empresas, empregados, sociedade em geral – a necessidade de atitudes preventivas para a mitigação dos riscos de acidentes no trabalho. As empresas devem promover campanhas de prevenção de acidentes com a participação de representantes dos trabalhadores e empregadores, além de outros clusters para que, juntos, formem uma teia protetiva e preventiva. Isso, chama-se cultura de prevenção.

Com base nessa estratégia de mitigação de risco, é possível calcular a economia a ser gerada até o fim do ano, seja em gestão de afastados, pagamento de sinistros (incapacidade laborativa), aumento da satisfação ou segurança no ambiente laboral. O GRO, junto com o SST, deve ser encarado como um sistema resiliente, de gestão de Saúde e Segurança do Trabalho, como forma de assessorar a Diretoria na tomada de decisão. Em poucas palavras: a resiliência de uma organização em matéria de SST depende do grau de maturidade do processo de gestão de riscos.

É importante criar o Quadro de Maturidade da GRO: a) vulnerável (aceita que incidentes ocorram); b) reativo (previne incidentes parecidos, estudam as NRs); c) conformidade ou compliance em gestão de afastados e gestão de pessoas (previne incidentes antes que ocorram).

As iniciativas devem ser voluntárias, ou seja, proativas (visam a melhoria constante do sistema), e a resiliência (forma de conduzir os negócios), é a capacidade da empresa responder de forma positiva às adversidades, bem como, examinar os processos de identificação, avaliação, implementação de controles, monitoramento contínuo e comunicação dos riscos.

As empresas, mesmo as de pequeno porte, necessitam para sobreviver de uma cultura de prevenção e o comprometimento de todas as áreas envolvidas. O tema da Organização Internacional do Trabalho (OIT) deste ano é: “Antecipar Crises, Preparar e Responder – Investir Hoje em SST Resilientes”. E ainda cita: a pandemia envolveu governos, empregadores, trabalhadores e a população a enfrentar desafios atípicos em relação ao coronavírus e, sobretudo, aos seus efeitos no mundo do trabalho.

É prudente pensar que o trabalhador acometido de Covid-19 e recuperado pode apresentar sequelas futuras, que podem gerar novos benefícios previdenciários, entre eles: auxílios por acidente do trabalho; auxílio incapacidade permanente (invalidez); auxílio incapacidade por doença do trabalho; auxílio incapacidade previdenciário; pensão por morte por acidente do trabalho e pensão por morte previdenciária.

Ainda cabe pensar nos custos de reposição de mão de obra, auditoria trabalhista, previdenciária/tributária, multas por descumprimento de obrigações acessórias, nas esferas tributárias, onde se verifica a responsabilidade objetiva, tanto do CNPJ, quanto dos CPFs dos gestores, além de casos em que pode haver ação penal, ação regressiva, indenização por danos morais e materiais, com pagamento de pensão aos dependentes do trabalhador/segurado, dentre outros. Enfim, o risco é bastante elevado para que as variáveis expostas acima sejam desprezadas.