Presidente da FBH foi nomeado conselheiro da Federação Internacional de Hospitais
Fundada em 1929, a FIH reúne associações nacionais de hospitais, ministérios da Saúde, instituições do setor e membros individuais

 

Aldevânio Francisco Morato presidente da Federação Brasileira de Hospitais desde 2019

 

Da Redação

O presidente da Federação Brasileira de Hospitais (FBH), Aldevânio Francisco Morato, foi nomeado membro do conselho de governança da Federação Internacional de Hospitais (FIH). A nomeação representa o reconhecimento pelo trabalho que ele vem desenvolvendo à frente da FBH, entidade que congrega mais de 4 mil hospitais privados no Brasil. Recentemente, a Federação colocou a rede privada à disposição do Ministério da Saúde para auxiliar na campanha de vacinação contra o Covid-19.

A FHI foi fundada em 1929 e reúne associações nacionais de hospitais, ministérios da Saúde, instituições do setor e membros individuais. Seu objetivo é contribuir para a melhoria da saúde mundial, por meio da troca global de experiência e técnicas de administração, bem como pelo desenvolvimento de relações entre profissionais de serviço de saúde.

A Federação Internacional de Hospitais mantém relação oficial com a Organização Mundial da Saúde, com a Associação Médica Mundial e o Conselho Internacional de Enfermeiras.

 

Menos de 20% das empresas investem em programa de memória empresarial
Entretanto, para 83% das empresas participantes do levantamento, o programa de memória empresarial é uma importante ferramenta de comunicação

Da Redação

Uma pesquisa inédita conduzida pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) em parceria com a Memória da Eletricidade fez um amplo mapeamento das lembranças institucionais nas empresas do país. O levantamento aponta uma correlação entre o tempo de atividade da organização e existência ou não de projetos de memória empresarial. De acordo com a análise, apenas 18% dessas corporações contam com programas formais do gênero, dos quais 50% delas têm trabalhado neste sentido há mais de 15 anos e 40% entre seis e 15 anos.

A pesquisa “A História e a Memória Empresarial nas Organizações no Brasil” contou com a participação de 117 empresas, das quais 76% nacionais e multinacionais privadas, atuantes em 32 setores da economia, em especial da área de Energia (16% do total). Desse universo de corporações, 62% estão localizadas em São Paulo, com representantes de 12 estados, além do Distrito Federal. O estudo é uma segunda edição revisada e ampliada da pesquisa conduzida por Paulo Nassar, presidente da Aberje e professor-titular da ECA/USP em 2005.

De acordo com o presidente da Aberje, as empresas que podem agregar valor por meio de sua história ganham uma genuína e insuperável vantagem competitiva. “A história de uma empresa traduziria sua identidade como organização, seu DNA, e essa identidade construiria a percepção que o consumidor e os funcionários têm da marca, seus produtos e serviços. No contexto atual, memória é reputação”, explica.

Quanto aos objetivos e ações apontados na pesquisa, como em relação à justificativa do negócio para estruturação da memória institucional foram elencados alguns itens: a preservação da identidade corporativa e da coerência institucional (48%); trabalhar a memória como agente catalisador no apoio aos negócios e elemento de coesão entre responsabilidade social e histórica (43%); estímulo ao sentimento de pertencimento dos colaboradores (38%) e transformação da experiência acumulada ao longo da história da organização em conhecimento histórico disponível à sociedade.

Instrumento de marketing
Outro dado interessante levantado pela pesquisa é que 83% das empresas participantes afirmam acreditar que a memória empresarial é uma ferramenta de marketing e de comunicação da organização. As empresas estão dando mais atenção ao tema da marca, da reputação, da imagem, do branding e aí a história organizacional aparece como uma questão absolutamente vital”, salienta o presidente do Centro da Memória da Eletricidade, Augusto Rodrigues.

Modelos de gestão
A pesquisa revelou também que, das empresas que não possuem uma área formal para o desenvolvimento da memória empresarial, o setor de Comunicação é responsável por sua gestão e disseminação. Do contingente de companhias pesquisadas, 71% delas estão nessa situação. Em relação ao nível hierárquico da área na estrutura organizacional, 33% dos consultados afirmaram que o assunto fica a cargo da gerência.

Dessas estruturas, quase metade trabalha com sua própria equipe. Ou seja, 44% delas estimulam seus grupos de trabalho a participar de seminários e eventos acadêmicos sobre memória, história oral ou outros temas correlatos. Outros 35% atuam com equipe interna e externa e 15% apenas com fornecedores. Os 50% desses últimos optam por agências especializadas em memória empresarial.

Inscrições para o Encceja são prorrogadas até 25 de janeiro
Provas para ensino fundamental e médio serão no dia 25 de abril

Da Agência Brasil

O prazo para inscrição no Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) foi prorrogado para a próxima segunda-feira (25). As inscrições podem ser feitas pelo site do exame.

O período para que os participantes solicitem atendimento especializado e tratamento pelo nome social para o exame também foi prorrogado até as 23h59 do dia 25. A aplicação das provas para o ensino fundamental e médio está prevista para o dia 25 de abril em todos os estados e no Distrito Federal.

O Encceja permite conceder o diploma de conclusão do ensino fundamental ou médio para jovens e adultos que não conseguiram obter o documento na idade prevista.

“A participação no Encceja Nacional 2020 é voluntária, gratuita e destinada a jovens e adultos que não concluíram os estudos na idade apropriada para cada etapa de ensino, desde que tenham, no mínimo, 15 anos completos para o ensino fundamental e, no mínimo, 18 anos completos no caso do ensino médio, na data do exame”, informou o Ministério da Educação.

Provas objetivas e redação

O exame é constituído de quatro provas objetivas, de acordo com o nível de ensino, contendo, cada uma, 30 questões de múltipla escolha nas áreas de ciências naturais, matemática, língua portuguesa, língua estrangeira moderna, artes, educação física, história e geografia. O candidato também será avaliado por meio de uma redação.

Ausência e ressarcimento

O edital do Encceja 2020 prevê que o participante inscrito que não comparecer para a realização das provas de todas as áreas do conhecimento e quiser participar da edição no ano seguinte deverá justificar a ausência. Caso o participante não faça a justificativa, deverá ressarcir um valor determinado pelo governo federal, conforme orientações divulgadas no site de inscrição.

Alunos e professores em home office “furam fila” da vacina no HC de SP.
Prefeitura reclama de "privilégio" no HC

Do UOL

Embora existam na capital paulista postos de saúde e hospitais ainda sem previsão de receber a vacina contra a covid-19, estudantes de medicina, funcionários da administração e professores do Hospital das Clínicas trabalhando em home office foram imunizados nesta semana com as doses distribuídas pelo governo do estado. Na ultima terça, o secretário de Saúde do estado de São Paulo, Jean Gorinchteyn, afirmou que o governo vai priorizar a vacinação dos profissionais de saúde que estão na linha de frente, pois “infelizmente”, não há doses para todos os trabalhadores da saúde.

O UOL teve acesso à lista com os nomes das pessoas escolhidas pelo HC para receberem o imunizante da CoronaVac, entre elas estudantes e profissionais que não atuam na linha de frente no combate ao coronavírus, viu em redes sociais publicações e fotos de professores e alunos sendo vacinados, conversou com um deles e com médicos que testemunharam a imunização de quem não deveria estar, pelos critérios do governo, no início da fila.

“Não sou grupo de risco, já peguei covid e ainda devo estar com anticorpos. Mais do que isso, não atuo na linha de frente no combate à pandemia. Vou ao HC apenas algumas vezes na semana para supervisão no curso de Fisioterapia Esportiva, em que poucos pacientes são do grupo de risco”, afirmou um aluno pós-graduando em uma postagem no Instagram em que exibe uma carteirinha de vacinação. O nome dele está na lista consultada.

“Concordando ou não com a estratégia de vacinação dessas primeiras doses, fui e fiz minha parte. Vamos seguir na expectativa e cobrança para o acesso o quanto antes dos grupos prioritários”, disse o rapaz. “Baita organização do @hospitalhcfmusp. Menos de 2 min que entrei já estava vacinado.”.

Um médico que conversou com a reportagem sob a condição de não se identificar contou que, na quarta-feira, um de seus alunos deixou de ir ao estágio no hospital para se vacinar no HC. Ele disse ter ficado ainda mais indignado ao saber que a professora dos alunos que estagiam com ele —que está trabalhando de casa— receberá a vacina também. “Eu recebo as alunas das docentes, ensino no campo, só tenho contato com a professora por videochamadas. Eu formo para ela, mas ela é vacinada antes de mim”, afirmou.

Segundo relatos feitos à reportagem por outros profissionais que também pediram anonimato, há professores e alunos ligados ao Fofito, o Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional da faculdade de medicina, sendo vacinados no hospital. Uma professora da fonoaudiologia compartilhou uma mensagem de áudio em um grupo de médicos no WhatsApp dizendo ter sido convocada por e-mail para ser vacinada. Caso recusasse, disse ela, a opção seria esperar a chegada da vacina a um posto de saúde.

Prefeitura reclama de “privilégio” no HC

O governo do estado de São Paulo enviou lotes da CoronaVac à Prefeitura de São Paulo nesta semana para imunizar trabalhadores da linha frente nos hospitais da cidade. O HC, no entanto, apresentou seu plano de vacinação diretamente ao governo estadual, que encaminhou as doses ao hospital, referência no tratamento à covid-19.

Para isso, HC montou 30 estações no centro de convenções do complexo. “Em outros hospitais, profissionais que enfrentaram a pandemia desde o começo, trabalhando em UTIs, podem ficar sem o imunizante”, afirmou o secretário municipal de Saúde, Edson Aparecido, à colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo. “Há declarações de que até funcionários do setor administrativo receberam vacina. Não somos contra o HC, somos a favor de ter critérios que priorizem os da linha de frente.”