Hospital Esperança Recife completa 20 anos
Unidade inaugurou recentemente o Centro de Parto Normal

 

 

Da Redação

O Hospital Esperança Recife completa, neste mês de agosto, 20 anos de uma atuação marcante na medicina pernambucana. Inaugurada no ano 2000, a unidade passou à administração da Rede D’Or São Luiz em 2007, sendo a primeira aquisição do grupo fora do Rio de Janeiro. A mudança trouxe um novo modelo de gestão profissionalizado e moderno, atuando na vanguarda e tornando-se um marco para a melhoria da saúde suplementar em Pernambuco. Hoje, o Hospital é referência em tratamentos e procedimentos de alta complexidade e acolhimento ao paciente e acompanhantes. A estrutura conta com atendimentos de Emergência Geral, referência em cardiologia, Emergência Pediátrica e Emergência Obstétrica, UTI Geral, UTI Cardiológica, UTI Pediátrica e UTI Neonatal, além de um moderno bloco cirúrgico com 15 salas, incluindo um centro de cirurgia robótica e maternidade. Ao longo desses 20 anos, o atendimento foi ampliado para mais dois prédios, transformando o Esperança em um complexo de saúde para a região.

“Somos um hospital pioneiro na sua estrutura, nos seus processos e na sua gestão. A chegada da Rede D’Or São Luiz trouxe novos métodos, respeitando a cultura local, agregando um novo dinamismo ao Hospital. Hoje somos referência no setor, com uma marca consolidada, reconhecida como uma instituição que oferece segurança e qualidade. Nosso futuro é manter o foco na experiência do cliente, em nossas equipes de médicos e demais colaboradores, com acolhimento e humanização. Acreditamos que verdadeiramente é isso que nos diferencia enquanto instituição”, afirma o diretor regional da Rede D’Or São Luiz, Alexandre Loback.

A maternidade do Hospital Esperança Recife conta com um novíssimo Centro de Parto Normal. Chamadas de PPP (pré-parto, parto e pós-parto), as duas salas são totalmente equipadas para proporcionar um nascimento seguro e acolhedor para a mãe e seu bebê. Cada sala PPP possui banheira, cromoterapia, aromoterapia e musicoterapia, onde as pacientes poderão escolher a playlist para o momento do parto. As salas também possuem equipamentos que auxiliam no controle da dor, como bola suíça, bola feijão, espaldar, cavalinho, banqueta, rebozo (tecidos) e um leito especial para parto vertical, onde a gestante pode dar à luz na posição de cócoras. Nas salas, as gestantes podem passar por todo o trabalho de parto e permanecer por um período após o parto, antes de seguirem para um apartamento.

A estrutura do Hospital também conta com um Centro de Diagnóstico, com exames de ressonância magnética, tomografia computadorizada, exames de ultrassom, entre outros, com uma equipe de médicos especialistas e equipamentos modernos e atuais. Ainda há um centro de hemodinâmica para realização de exames e procedimentos cardiológicos.

Os Consultórios Esperança contam com uma equipe de médicos em mais de 30 especialidades, entre eles a equipe de cirurgiões, com os especialistas Misael Wanderley e Roberto Lucena (urologia), Álvaro Ferraz e Walter França (cirurgia bariátrica), Tércio Bacelar (cirurgia geral), Leonardo Arcoverde (cabeça e pescoço), Romeu Krause (ortopedia) e, à frente das UTIs, as médicas Marisa da Fonte (Geral), Marco Antonio Alves (Coronária), Neise Montenegro (Neonatal) e Maria do Carmo Duarte (Pediátrica).

O Hospital Esperança Recife foi o primeiro do Nordeste a obter o certificado da Accreditation Canada International, um programa rigoroso de qualidade que certifica e avalia instituições de saúde em mais de 20 países. Na metodologia QMentum Internacional, é feito o monitoramento dos padrões de alta performance em qualidade e segurança para os pacientes. Antes, o Esperança Recife foi o primeiro hospital da cidade a receber certificação da Organização Nacional de Acreditação (ONA). A experiência do Hospital Esperança Recife fez com que a unidade fosse credenciada pela Fifa como atendimento de referência para a Copa do Mundo de 2014 para os jogos realizados em Pernambuco. A companhia canadense Cirque du Soleil também tomou o hospital como referência para atendimentos de sua equipe, quando esteve em turnê pela cidade em 2012.

A instituição é hoje o maior centro de cirurgia robótica do Norte-Nordeste, com a marca de mais de 1.000 procedimentos realizados. A técnica traz menos riscos ao paciente e promove uma recuperação mais rápida. Entre as especialidades atendidas, estão as cirurgias urológica, bariátrica, torácica, ginecologia e cabeça e pescoço.

Os pacientes idosos têm um andar inteiro dedicado com acompanhamento de uma equipe multidisciplinar especializada, com médicos geriatras, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, enfermeiros, farmacêuticos e nutricionistas.

Desde o ano de 2004 que o Hospital Esperança Recife se destaca no Prêmio ISS Recife. Há três anos a instituição lidera o ranking de arrecadação do tributo de todos os segmentos na capital pernambucana. Anteriormente, destacava-se como a maior arrecadadora do setor de saúde.  

Webinar vai debater a atuação da Justiça do Trabalho na Pandemia
O evento da ANDES terá transmissão pelo Youtube

 

Da Redação

A Associação Nacional de Desembargadores (ANDES) promove na sexta-feira, às 17h, a webinar “Atuação da Justiça do Trabalho durante a Pandemia: Eficiência e Tutela Jurisdicional. O evento terá a participação do ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Evandro Valadão; do desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região, Eduardo Pugliesi; do desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região, James Magno; do presidente da ANDES, o Marcelo Buhatem e o diretor cultural da ANDES, o desembargador Rogério de Oliveira.

Hospital de Campanha Lagoa Barra atendeu 742 vidas
Unidade financiada exclusivamente pela iniciativa privada operou por quatro meses, no período mais grave da pandemia

 

Unidade reuniu 100 leitos de UTI e 100 de enfermaria.

 

Da Redação

É com a sensação de dever cumprido que o diretor do Hospital de Campanha Lagoa, Werner Scheinpflug, vai entrar na unidade nesta quinta-feira (20). Depois de quatro meses de funcionamento e de ter atendido 742 pacientes, o hospital vai encerrar as atividades. Inaugurada em 25 de abril, com uma semana de antecedência, a unidade foi planejada para funcionar por quatro meses, justamente para contribuir na gestão de saúde pública no momento mais grave da pandemia.

“Era uma missão nobre e ao mesmo tempo uma grande responsabilidade estar na linha de frente dessa pandemia. Mas com a dedicação e o espírito de solidariedade de todos os funcionários, conseguimos entregar o que há de melhor na medicina com um atendimento humanizado”, destaca Werner.

O cuidado com o bem estar dos pacientes está presente desde ações simples como a realização de uma videochamada com parentes até a criação de um solário, onde os internados puderam aproveitar um banho de sol. Outro projeto que teve grande repercussão foi o pedido para que jogadores de futebol enviassem mensagens de apoio. A iniciativa gerou a participação de craques dos quatro grandes clubes do Rio e trouxe alegria aos pacientes.

“Muitos dos pacientes ficaram semanas internados sozinhos no leito. Então, a gente sempre tentava ampliar essa sensação de acolhimento, fazendo videochamadas, cantando parabéns no aniversário. A gente queria curar, mas também que ele se sentisse bem”, conta a coordenadora médica, Luciana Paez.

A montagem e gestão da unidade também foi um verdadeiro desafio. O hospital foi construído em 19 dias e mobilizou mais de mil funcionários. A Rede D’Or liderou a construção e operação do Hospital. O investimento total foi de R$ 60 milhões provenientes exclusivamente da iniciativa privada. A Rede D’Or arcou com R$ 40 milhões e R$ 20 milhões foram custeados pela Bradesco Seguros, Lojas Americanas, Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) e Banco Safra em partes iguais.

Para o vice-presidente médico da Rede D’Or, Leandro Reis Tavares, a expertise do Grupo na gestão hospitalar foi fundamental para o sucesso da iniciativa. “Nossa expertise em construir e equipar hospitais, recrutar profissionais e comprar medicamentos e insumos teve grande importância. Essa bagagem proporcionou agilidade e garantiu a manutenção diária na qualidade do atendimento, exatamente igual ao oferecido em nossa rede”, afirma.

Montado em um terreno do governo do Estado ao lado do 23º Batalhão da Polícia Militar, no Leblon, a unidade operou com 200 leitos, sendo 100 de UTI e 100 de enfermaria, e contou com uma estrutura similar aos dos melhores hospitais privados, com tomografia digital, radiologia convencional, aparelhos de ultrassom e ecocardiograma e laboratório de patologia clínica.

Energia elétrica é cara ou muito cara para 84% dos brasileiros
Pesquisa é do Ibope e da Associação dos Comercializadores de Energia

Da Agência Brasil

Oitenta e quatro por cento dos brasileiros, entrevistados pelo Ibope e pela Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), consideram a energia elétrica cara ou muito cara. Para a Abraceel, o valor pago pelos consumidores tem se tornado mais evidente nas despesas das famílias, já que as pessoas que consideravam o preço caro ou muito caro no ano de 2014 – primeiro de realização da pesquisa – chegavam a 67%. O percentual atingiu a maior marca em 2014 (88%) e no ano passado (87%). A pesquisa ouviu 2 mil pessoas em todas as regiões do país, entre os dias 24 de março e 1º de abril.

Considerando os dados deste ano, 55% dos entrevistados afirmaram que o alto preço é causado pelos impostos e 28% pela falta de concorrência no setor. “Hoje a energia elétrica é um dos serviços mais taxados, por uma razão muito simples: os governos estaduais têm muita facilidade em arrecadar imposto por meio da conta de luz, então incidem diversos impostos – federais, estaduais – e o consumidor percebe que a energia é cara devido aos muitos tributos”, disse o presidente da Abraceel, Reginaldo Medeiros.

Ele lembra que os valores dos impostos estão descritos em cada conta, para que o consumidor possa consultar. Segundo Medeiros, além desses dois fatores apontados pelos entrevistados, outro motivo atrelado ao alto preço das contas são os subsídios cruzados, que, conforme explica, “é o que um consumidor paga pelo outro”. Ele citou dois exemplos em que os mais pobres pagam pelos mais ricos: subsídios para o agronegócio – devido aos subsídios para áreas rurais – e para aqueles que instalam painéis fotovoltaicos.

“Há consumidor rural que tem desconto de 90% na irrigação durante a madrugada, isso é um subsídio que alguém paga. Há muitos subsídios cruzados. Agora está se colocando muito painel fotovoltaico, quem coloca principalmente é quem tem dinheiro para instalar. Quando ele instala o painel, há uma série de benefícios que a rede elétrica traz para ele, que é por exemplo regularizar energia”, disse.

Essa regularização diz respeito ao fornecimento de energia elétrica durante a noite, quando não há energia solar para garantir a demanda. “Isso é um benefício que a rede elétrica traz,  mas hoje ele não paga nada. Quem paga esse subsídio é o consumidor, que não instalou um painel fotovoltaico para esse consumidor mais rico”.

Mercado livre

Em 80% dos casos, os entrevistados gostariam de escolher sua operadora de energia elétrica, enquanto em 2014, esse percentual era de 66%. A Abraceel defende o modelo do mercado livre, em que o consumidor possa escolher sua fornecedora de energia, e considera que essa é uma forma de tornar o setor mais competitivo.

O estudo apresenta dados sobre possível mudança do mercado cativo de energia – atual sistema no qual o consumidor compra energia da distribuidora – para o mercado livre – quando ele tem a possibilidade de escolher quem será a sua fornecedora de energia: 63% trocariam de fornecedor de energia caso a medida fosse implementada no país; em 2014, esse percentual era de 57% e, no ano passado, chegou a 68%.

Para a maioria das pessoas entrevistadas (64%), o principal motivo para a decisão de troca da empresa continua sendo o preço, conforme os dados deste ano. No ano passado, o preço era também o principal motivo para 68% dos entrevistados.

Energia limpa

Outro resultado que mostra o perfil do consumidor de energia é que 17% escolheriam sua operadora com base em uma geração de energia mais limpa. Esses eram 13% em 2017, primeiro ano em que a pergunta entrou na pesquisa. No ano passado, eram 15% aqueles que se preocupavam com energia mais limpa na hora de escolher a fornecedora de energia.

Questionados se gostariam de gerar sua própria energia em casa, 90% dos entrevistados disseram que sim – o número é 13 pontos percentuais maior que em 2014. Segundo a Abraceel, o interesse em trocar de empresa, caso a medida de mercado livre seja implantada no Brasil, assim como o interesse em gerar energia elétrica em casa, crescem à medida que aumentam a renda familiar e escolaridade dos entrevistados.

Apenas 39% dos entrevistados estão dispostos a pagar um preço maior na conta de luz para incentivar a geração de energia em outras residências brasileiras. Segundo avalia a associação, como a população considera o preço da energia elevado, parcela significativa não se mostra disposta a pagar um preço mais alto na conta de luz para incentivar a geração de energia elétrica em outras residências.