SoftwareONE Brasil nomeia Eronides Júnior como novo COO
Além da chegada do executivo, a diretoria também foi reestruturada para oferecer mais suporte às estratégias de negócio para 2021

 

Eronides Júnior afirma que a empresa está formando uma equipe multidisciplinar com foco no cliente

 

Da Redação

A SoftwareONE acaba de nomear Eronides Júnior como o novo COO – Chief Operations Officer, no Brasil. A chegada do executivo à companhia está alinhada à uma jornada de reestruturação da diretoria da SoftwareONE Brasil com o objetivo de suportar suas novas estratégias de negócio, que incluem reforçar o novo posicionamento e foco em aumentar a entrega de serviços em 33%.

Com a nomeação de Júnior, a SoftwareONE Brasil pretende consolidar, desenvolver e conectar a estratégia de negócio da companhia entre as áreas de vendas, marketing e serviços para comunicar de maneira única suas novas estratégias para o mercado. Outros nomes que se somam à diretoria da SoftwareONE no Brasil são: Renata Mello, como Diretora de Marketing, Felipe Nunes, como Diretor de Serviços de Tecnologia e Gabriela Camano, como Diretora de SLM. Junto a este corpo diretivo, houve ainda a promoção de Eduardo Prazeres na liderança de RH e Cleber Bueno à frente do ONEClub, Hub de Inovação construído pela SoftwareONE Brasil para integrar startups, parceiros e soluções para uma oferta de serviços mais completa.

De acordo com Júnior, o propósito das mudanças é trazer profissionais de diferentes segmentos e expertise, que apresentem uma única visão alinhada à cultura e valores da SoftwareONE. “Acreditamos nas pessoas como centro da transformação, por isso estamos formando uma equipe multidisciplinar com foco no cliente e em ajudar o mercado a se desenvolver”, afirma.

Com a nova estrutura, a SoftwareONE Brasil pretende acelerar serviços relacionados a workloads críticos na nuvem como adoção do SAP S/4HANA na nuvem, modernização de aplicação, serviços de governança, eficiência, otimização do uso de software e nuvem e sua consultoria de planejamento estratégico de TI, prioridades de negócios da companhia em 2021. “Os novos colaboradores são responsáveis pela jornada de transformação da SoftwareONE em uma das maiores consultorias de serviços de tecnologia do Brasil, com a missão de, por meio de uma execução perfeita e orquestrada, ser reconhecida como referência em serviços pelo mercado, explica Junior.

Profissionais especializados em serviço

Atualmente, a SoftwareONE LATAM conta com 2 mil técnicos especializados nas mais diversas práticas de serviços. No Brasil, o time técnico conta com mais de 100 colaboradores. Segundo Júnior, a companhia estruturou um forte plano de expansão da equipe técnica para crescer 40% ainda este ano. “Queremos trazer cada vez mais experiência e outras visões para dentro da empresa de forma que combinadas alcancem a robustez necessária para suportar a nossa jornada de transformação e, consequentemente, seguirmos como referência em inovação”, aponta.

Para 2021, espera-se expandir cada vez mais esta cultura para fora dos limites da companhia. “Queremos criar uma estrutura inovadora e automatizada que eleve a experiência do cliente na relação com a SoftwareONE, pois acreditamos que não basta apenas ser uma consultoria de tecnologia. O cliente precisa vivenciar esta experiência tecnológica e inovadora nas relações com a nossa empresa para trazer valor, eficiência e qualidade”, finaliza Junior.

BMS alerta para importância de prevenção e compliance na Gestão de Terceiros
Crises de fornecedores pode atingir a imagem das empresas contratantes

 

Da Redação

A advogada Olivia Couto alerta que é fundamental monitorar a atuação dos fornecedores

A terceirização de mão de obra é uma prática cada vez mais comum no mercado de trabalho, tendo em vista a redução de custos e a possibilidade de concentrar os esforços em áreas mais estratégicas do negócio.  Ao mesmo tempo, cresce muito o nível de interdependência operacional e de corresponsabilidade jurídica entre as empresas contratantes e seus fornecedores. Contudo, a ausência de uma fiscalização quanto ao cumprimento das obrigações trabalhistas e previdenciárias pode acarretar riscos de condenações em processos judiciais.

 Monitorar a atuação dos fornecedores revela-se, cada vez mais, uma ação estratégica para o negócio – e não somente uma questão tributária. “Não é rara a divulgação de notícias que relatam prejuízos para a empresa contratante em decorrência de situações envolvendo terceirizadas, associando sua imagem à do fornecedor. Por isso, a palavra de ordem quando falamos em Gestão de Terceiros é: prevenção através da matriz de risco para homologação e, depois, acompanhamento dos Terceiros”, explica a advogada Olivia Couto, coordenadora jurídica da BMS Projetos & Consultoria.

Com o objetivo de auxiliar na fiscalização dos prestadores de serviços, a BMS desenvolveu um software que avalia a conformidade do cumprimento das obrigações trabalhistas e previdenciárias. Desse modo, as empresas que possuem mão de obra terceirizada devem fiscalizar suas contratadas, a partir de uma Gestão de Terceiros, a fim de mitigar riscos que estas relações podem gerar.

 

 

 

Gestão de Riscos e redução de demandas trabalhistas. Entre os ganhos obtidos com essa Gestão, podem-se destacar:

  1. a) Controle dos trabalhadores terceirizados por mês, por empresa e por contrato;
  2. b) Redução do risco de demandas trabalhistas e de autuações previdenciárias e tributárias;
  3. c) Resgate imediato de imagens de documentos de fornecedores e de trabalhadores;
  4. d) Alinhamento com as diretrizes estabelecidas pela SOX, e-Social, PL 4.330/2004;
  5. e) Redução de custos no processo de recebimento, guarda e resgate de documentos físicos envolvidos na Gestão de Terceiros.

A organização que possui um sistema de gestão de riscos com terceiros deve sempre buscar implementar ações que envolvam a corporação e os seus fornecedores de modo que todos atuem em compliance. Ou  seja, devem agir de acordo com as normas legais, as diretrizes estabelecidas para o negócio e para as atividades da empresa, assim como evitar, detectar e tratar  desvios ou não conformidades que possam ocorrer.

Quali é eleita a melhor Consultoria de Benefícios pela 6ª vez consecutiva
Ranking estabelece as 100 Melhores Fornecedores para RH

A unidade de Negócios Empresariais da Quali foi eleita, pela sexta vez consecutiva, a melhor Consultoria de Benefícios, segundo o ranking 100 Melhores Fornecedores para RH. O reconhecimento premia o trabalho customizado de gestão de benefícios e consultoria técnica realizado pela empresa há mais de 20 anos, que resulta em ganhos de eficiência no controle de sinistros e de custos para as empresas clientes.

“Estamos muito felizes e honrados com esse reconhecimento. São prêmios como este que reforçam o que fazemos constantemente: buscar as melhores soluções para a gestão de benefícios dos nossos clientes e permanecer sempre presentes, enfrentando juntos todos os novos desafios”, destaca Rafael Maganete, diretor de Negócios Empresariais da Quali.

Devido à pandemia, os desafios enfrentados em 2020 foram ainda maiores. Para ajudar os clientes a superar esse momento, a Quali adaptou todos os processos que até então eram presenciais para que fossem realizados de forma virtual, sem gerar impactos e de forma a estreitar ainda mais o relacionamento.

Além disso, elaborou sugestões de protocolos, bem como materiais com orientações voltadas ao home office. Os casos confirmados ou com suspeita de coronavírus foram acompanhados de perto, com oferta de orientação médica do início ao fim pela Quali. Também foram realizadas lives com a participação de especialistas para orientar os clientes. As transmissões abordaram temas como sinistralidade, gestão de custos, saúde mental e telemedicina.

TST lança publicação explicativa sobre modalidades de teletrabalho
Publicação está disponível no site do tribunal

Da Agência Brasil

Em 2020, a pandemia de covid-19 obrigou milhões de pessoas a trabalharem em casa para cumprir as medidas de isolamento social e evitar a contaminação pelo novo coronavírus. Diante de dúvidas que surgiram sobre a forma de trabalho, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) criou um material educativo, disponível na internet, para dar as informações sobre o tema. 

Na cartilha Teletrabalho – o trabalho de onde você estiver, o tribunal detalha os conceitos de teletrabalho, trabalho remoto, home office e trabalho externo.

O documento detalha, por exemplo, a diferença entre teletrabalho e trabalho externo. O teletrabalho é a modalidade na qual as tarefas são realizadas fora das dependências do empregador, podendo ser na residência ou não, e com a utilização de recursos tecnológicos. O trabalho externo é desempenhado nas ruas por motoristas, vendedores, representantes.

A publicação também cita as vantagens e desvantagens do teletrabalho, como aumento da produtividade, escolha do local para realização de tarefas e aumento de despesas com energia elétrica e água.

A publicação cita pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que revelou que cerca de 8,5 milhões de pessoas trabalharam remotamente nos primeiros meses da pandemia. A modalidade foi destinada principalmente  a pessoas que exercem funções de diretores, gerentes e profissionais das ciências e intelectuais. Os trabalhadores das áreas de serviços e comércio foram os que menos conseguiram realizar o teletrabalho em suas funções.