Grupo Boticário abre inscrições para programa de estágio
Edição de 2021 terá participação dos atuais estagiários da empresa para apoiar e preparar os candidatos no processo seletivo

 

Da Redação

O Grupo Boticário abre hoje as inscrições para processo seletivo de seu programa de estágio 2021. Até 28 de maio, estudantes de todo o Brasil que queiram transformar o mundo por meio da beleza terão a chance de se inscrever na segunda edição do “Geração B”. Ao todo, serão 22 vagas em Negócios, Marketing & Comunicação, Operações, e Pesquisa & Desenvolvimento.

Estudantes de qualquer universidade do país podem se candidatar desde que estejam regularmente matriculados em um curso de ensino superior e cursando os últimos dois anos da graduação. Este é o único requisito do programa: formatura entre julho/2022 e julho/2023.

Lançado em 2020, o “Geração B” traz processos de seleção 100% virtuais e remotos, o que permite que estudantes de todo o Brasil participem. Além disso, o programa eliminou a exigência da língua inglesa, estimulando maior diversidade e equidade.

“Somos um dos maiores ecossistemas de beleza do mundo, com estrutura e muito apetite para inovar e ajudar a transformar o futuro. Por isso, estamos em busca de gente que queira construir e crescer junto conosco. A base para essa jornada é a inovação e foco no consumidor brilhando o olho. Se você se sentiu inspirado, queremos te conhecer melhor”, convida Sandro Bassili, vice-presidente de Pessoas e Assuntos Institucionais do Grupo Boticário.

Como será o processo

No site http://www.eufacobonito.com.br, o candidato pode acessar todas as informações sobre as etapas do processo e também pode se inscrever. Os interessados devem enviar um vídeo de até 1 minuto sobre uma situação pessoal ou profissional em que apostou em si mesmo, que fez a diferença. O vídeo deve ser acompanhado do cadastro na plataforma da Gupy .

Os candidatos também terão a oportunidade de interagir com os atuais estagiários e líderes do Grupo Boticário. Uma série de treinamentos online e lives, além de cartilha virtual, foram preparados para garantir que todos os estudantes tenham acesso a informações importantes sobre o negócio e recebam dicas sobre as etapas da seleção.

#ContrateUmEstagiário

O Grupo Boticário faz parte do movimento #ContrateUmEstagiário. Similar ao #nãodemita, criado no início da pandemia, esse movimento une universidades e empresas e nasceu para levar esperança aos jovens universitários em um momento de incertezas sobre o futuro.

Empresas recorrem à Gestão de Afastados para controlar gastos com licença médica
INSS reprovou cerca de 21 milhões de licença médica na pandemia

 

Olivia observa que a Gestão de Afastados contribui para reduzir custos das empresas

 

Da Redação

Em tempos de pandemia, as empresas enfrentam um desafio sem precedentes na gestão de pessoal. De um lado, devem prestar assistência adequada a funcionários afastados por licença médica, na medida em que os casos de doença crescem de forma expressiva. De outro, precisam controlar de perto os custos relacionados a essas licenças. Para evitar gastos desnecessários, um número cada vez maior de organizações recorre à Gestão de Afastados, como forma de administrar adequadamente a cobrança de tributos relativos aos colaboradores nessas condições.

Uma boa Gestão de Afastados contribui para reduzir custos das empresas, cuidando da alíquota do FAP (Fator Acidentário de Prevenção) em seu nascedouro. Ela também permite controlar os gastos na folha de pagamento, além de sanear o estoque de empregados afastados”, explica Olivia Couto, advogada da BMS Projetos & Consultoria.

Com a pandemia de Covid-19, os pedidos de afastamento de trabalho junto ao INSS por questões de saúde seguem em ritmo crescente. No entanto, os relatórios da própria previdência social federal revelam que há mais de 20.969.648 processos de concessão reprovados. Acontece que muitos casos de licença médica não são classificados corretamente e, mesmo não se tratando de doenças causadas pelo trabalho, acabam enquadrados dessa forma.

O esforço para redução de despesas pode ir por água abaixo sem um controle eficaz da saúde dos funcionários afastados e dos impactos na folha de pessoal. A Gestão de Afastados possui relação direta com o FAP e NTEP. Um dos objetivos é minimizar as repercussões negativas dessas medidas previdenciárias. Uma das boas práticas em gestão empresarial revela que os centros de custos (SST, RH, Contabilidade, Financeiro e Jurídico) devem estar em sintonia com foco diário para levar ao poder decisório onde investir no controle e redução de riscos e das despesas.

“Através da Gestão de Afastados, as empresas podem agir em duas frentes: de modo preventivo e, assim, antecipar e controlar os fatores que possam gerar Nexo Técnico Previdenciário quando do afastamento. E de forma ostensiva, nos casos em que é inevitável a licença do empregado pelo INSS. Dessa forma, podem ser planejadas e implementadas as correções que forem necessárias para minimizar a causa dos afastamentos, bem como as ações de promoção da saúde entre os funcionários”, complementa Olivia Couto.

No período de 2010 a 2020, o INSS recusou cerca de 21 milhões de pedidos de auxílio-doença, o que representa 53,2% de todos os benefícios previdenciários requeridos junto ao Instituto. Segundo dados fornecidos ao Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), o número de pedidos indeferidos relacionados ao auxílio-doença cresceu principalmente nos últimos dois anos.

Qualicorp cria diretorias de Planejamento e Canais Remotos
A primeira diretoria será liderada por Arnaldo Cravo, que conta com 20 anos de experiência no mercado, e a segunda fica a cargo de Marco Malaco

 

Arnaldo Cravo e Marco Malaco são os novos diretores da Qualicorp

 

Da Redação

A Qualicorp, administradora de planos de saúde coletivos, criou duas diretorias estratégicas como parte de seu projeto de crescimento: as diretorias de Planejamento e de Canais Remotos.

A primeira será liderada por Arnaldo Cravo, profissional com mais de 20 anos de experiência e passagens por SKY, Telefônica e Schincariol, e terá como foco o planejamento e o controle operacional.

A segunda fica a cargo de Marco Malaco, com mais de 18 anos de experiência na área de Contact Center no setor de Telecomunicações (com atuação na Oi, entre outras grandes empresas), que buscará a transformação do atendimento da Qualicorp, com foco em melhorar a satisfação dos clientes.

Empatia organizacional impõe desafios e mudança de cultura às empresas
Estabelecer o diálogo é fundamental para o sucesso da organização

 

Marie alerta que funcionários desengajados acabam sobrecarregando os colegas

 

Da Redação

A valorização do indivíduo e de suas ideias – em contraponto à supervalorização do capital e da tecnologia – ganha importância cada vez maior nas empresas. Como gerar engajamento em um ambiente altamente competitivo, com prazos apertados, metas difíceis de cumprir e pressão diária por resultados? A comunicação empática passa a ter papel-chave neste cenário. Lidar com desafios exige capacidade de diálogo, de se expressar de forma clara e, sobretudo, de ouvir o outro com atenção.

A empatia organizacional torna-se possível com uma gestão de pessoas focada nas aptidões humanas, levando em conta seus sentimentos e necessidades. Com um ambiente que favoreça a cooperação e os diálogos construtivos. As organizações buscam pessoas engajadas, que trabalhem com adesão aos propósitos da empresa. O objetivo é harmonizar as necessidades do indivíduo com as da empresa. Um jogo de ganha-ganha.
Neste caso, a empatia organizacional é um diferencial na gestão de negócios, pois consegue identificar perfis certos para liderança, além de antecipar conflitos e reter talentos. É também o caminho para uma comunicação de grande alcance e clareza no ambiente corporativo.

Sem engajamento, colaboradores correm o risco de não sair do modo automático, não colocam energia no que fazem ou – o que é pior – fazem apenas por submissão, de má vontade. Sem estímulo, podem até deixar de cumprir suas tarefas.  Especialista em empatia e Comunicação Não-Violenta, Marie Bendelac Ururahy explica que as empresas pagam um preço alto pelo desengajamento de seus colaboradores.

“Elas deixam de crescer e não alcançam metas de produtividade e de lucros. Esse ambiente de baixa adesão vem acompanhado de estresse. Funcionários desengajados, muitas vezes, não levam a cabo suas tarefas e acabam sobrecarregando os colegas. Tudo isso pode levar a doenças, desequilíbrio, desgaste emocional. Uns fazem pouco, outros fazem demais”, alerta.

Marie explica que o desafio é trazer mais equilíbrio para cada estrutura, cada equipe, com pessoas que aderem a um propósito bem definido. “É fundamental ter confiança em uma diretoria. É como um time de atletas de alta performance. Precisam estar bem alinhados, em sintonia, com uma comunicação clara. Todos precisam ser capazes de compreender qual o papel do outro e se apoiarem mutuamente, em vez de julgar. Daí a importância da empatia organizacional”, acrescenta a especialista.

Além de mentora e coach de empresas, Marie é criadora do Método Conecta, um programa com aulas e exercícios práticos sobre empatia e CNV, que oferece ferramentas para a construção de relações mais saudáveis e harmoniosas. “O Método é aplicado nas empresas com o estímulo à curiosidade. São dois desafios: o primeiro é dedicar tempo ao diálogo e ouvir o outro. Isso demanda tempo e energia. O segundo é manter esse diálogo de forma construtiva. A superação desses desafios passa por uma comunicação eficiente, baseada na escuta empática”, diz Marie.

Segundo Marie, apesar dos avanços, a maioria das empresas ainda engatinha quando se trata de usar as ferramentas da CNV e da empatia.  “Mudar cultura exige intenção, motivação. É preciso enxergar algum benefício. As lideranças estão tentando fazer o melhor diante dos desafios, com os recursos de que dispõem. Mas isso demanda tempo, energia e investimentos. O mais fácil é não fazer – ficar na inércia”.

Na busca da empatia organizacional, o Método Conecta consiste de três passos básicos.

  1. Curiosidade: mudar o mindset das empresas, desenvolver a arte de fazer perguntas para compreender o outro.
  2. Empatizar: tentar entender como o outro se sente e quais suas necessidades. É como aprender um novo idioma. As empresas não dominam esse vocabulário.
  3. Checar: verificar se o que você entendeu é realmente o que o outro quer dizer. Ou seja, capturar a mensagem em toda a sua extensão. Demonstrar interesse pelas ideias do outro faz toda a diferença.

Marie conclui lembrando que é necessário mudar a cultura nas empresas para fazer a diferença. Desenvolver a capacidade de influenciar, mas sem manipular.  O modo autoritário de gerenciar pessoas está com os dias contados. Ele não tem a menor chance de promover engajamento. Hoje, até 75% da força de trabalho reside em uma nova geração, formada em sua maioria por millenials.  “Esses jovens são movidos pela força do propósito, eles precisam ver sentido no que fazem. Querem espaço para que suas ideias sejam ouvidas e aproveitadas. Cultivam autonomia, liberdade e propósito. Caso contrário, não permanecem nas empresas”, afirma.