Doze planos de saúde têm comercialização suspensa a partir de hoje
Decisão é da Agência Nacional de Saúde Suplementar

 

Da Agência Brasil

Doze planos de saúde, administrados por seis operadoras, têm sua comercialização suspensa a partir de hoje (22). A decisão foi tomada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) no último dia 16, devido a reclamações relacionadas à cobertura assistencial no último trimestre do ano passado.

Os planos atendem, juntos, a 83.286 beneficiários, de acordo com a ANS, e só poderão ser vendidos a novos clientes caso apresentem melhora no resultado do monitoramento trimestral da agência.

Onze planos de saúde, administrados por quatro operadoras, suspensos anteriormente, conseguiram apresentar essa melhora e tiveram liberação para voltar a ser comercializados hoje.

No site da ANS, é possível conferir as listas dos planos com comercialização suspensa e daqueles com a venda liberada.

Hospital Glória D’Or inaugura emergência pediátrica
Serviço oferece atendimento clínico, avaliação cirúrgica e ortopédica, além de fluxo separado para casos respiratórios e não respiratórios

 

 

Da Redação

A Zona Sul do Rio ganhou uma nova opção para atendimento médico focado em crianças. O Hospital Glória D’Or inaugurou a sua emergência pediátrica. Com entrada separada da emergência de adultos, o novo serviço oferece atendimento clínico, avaliação cirúrgica e ortopédica, além de consultórios, ampla área de observação e medicação, com divisão do fluxo de casos respiratórios e não respiratórios. A unidade está preparada para atender casos de média e alta complexidade, dispondo de tecnologia de ponta e uma equipe altamente qualificada.

O diretor do hospital, Bruno Queiroz, explica que a emergência funciona com um modelo de classificação de risco e priorização do atendimento que também é aplicado nos demais hospitais da Rede D’Or, visando um atendimento seguro e eficiente. “O paciente vai contar com toda a estrutura de apoio. Estar em um hospital geral do porte do Glória D’Or é um grande diferencial para o serviço de emergência pediátrica.”, destaca.

O novo setor ocupa uma área de 500 m2 e conta com salas de acolhimento, consultórios, leitos de observação clínica, sala de trauma, poltronas para aplicação de medicação, além de uma estrutura de ponta para exames laboratoriais e de imagem, como raio-x, ultrassonografia, ressonância e tomografia.

O Glória D’Or é resultado da harmonia entre tradição e modernidade. Construído pela Rede D’Or nas históricas instalações da Beneficência Portuguesa, suas modernas instalações trazem um contraponto à arquitetura clássica que marcam os prédios históricos.

Dasa: subsidiária Ímpar conclui aquisição de 97,6% do Hospital Paraná
A empresa irá pagar R$ 208 milhões pela compra

 

Da Redação

A Diagnósticos da América (DASA3) comunicou a conclusão pela sua subsidiária Ímpar Serviços Hospitalares da aquisição de 97,68% do capital social da Marimed Serviços Médicos, responsável pela operação do Hospital Paraná, na cidade de Maringá (PR).

O Hospital Paraná é o maior da cidade, com 165 leitos, certificação ONA e atendimento em todas as etapas de cuidado ao paciente.

A Ímpar irá pagar, em dinheiro, R$ 208 milhões, dos quais 70% no ato do fechamento da operação e 30% irão compor a parcela retida.

O preço da operação, segundo a companhia, está sujeito a ajuste com base na variação de dívida líquida da Marimed e a parcela remanescente dependerá de outras condições usuais neste tipo de operação.

As Santas Casas estão na UTI
Dívidas pressionam a sustentabilidade dos hospitais

 

 

Da Redação

Muito do bom desempenho do SUS durante a pandemia se deveu aos hospitais filantrópicos, que respondem por 26 mil leitos de UTI, ou seja 56% desses leitos públicos no país. Porém, as Santas Casas, hoje, se fossem um paciente, estariam respirando por aparelhos. A disparada de preços de insumos nos últimos dois anos, aliada à baixa remuneração paga pelo SUS (cuja tabela não é reajustada há duas décadas), piorou ainda mais um cenário que já era temerário. Segundo a Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB), as Santas Casas enfrentam uma dívida de mais de R$ 10 bilhões, com pagamento mensal de R$ 115 milhões aos bancos, o que provocou nos últimos 5 anos o fechamento de 315 instituições filantrópicas. Para o SUS, isso representa uma perda 7 mil leitos. Ainda assim, as Santas Casas respondem pelo único serviço de assistência pública à saúde em 824 municípios e representam 70% de todos os procedimentos gratuitos do SUS na alta complexidade. “Santas Casas vivem uma situação pré-falimentar e nossa maior preocupação é honrar a folha de pagamentos de mais de um milhão de profissionais da saúde, o que representa o nosso maior custo”, diz Mirócles Véras, presidente da CMB.