Hospital Unimed Volta Redonda inicia serviço de Cirurgia Cardíaca Pediátrica
Primeiros pacientes foram duas crianças de 01 e 03 anos de idade com cardiopatia congênita

 

Maria Alice ao lado dos pais. Ela foi uma das primeiras crianças a serem operados no Hospital Unimed Volta Redonda

 

 

No Brasil nascem cerca de 29 mil bebês por ano com cardiopatia congênita. A maioria dos casos precisa de intervenção cirúrgica para proporcionar qualidade de vida, reversão do quadro e garantir o desenvolvimento adequado da criança. Uma operação de alta complexidade, que necessita de profissionais especializados e era encontrada em capitais e fora do interior do estado. Essa realidade mudou. O Hospital Unimed Volta Redonda conta agora com o serviço de Cirurgia Cardíaca Pediátrica e comemora o sucesso da operação dos dois primeiros pequenos pacientes, de 01 e 03 anos, que receberam alta e se recuperam em casa.

– Nossa unidade hospitalar já oferecia hemodinâmica infantil e o serviço foi ampliado. Antes, as crianças com essas enfermidades eram encaminhadas aos grandes centros, agora poderão ser atendidas aqui, por uma equipe completa e preparada e com o Jeito Unimed de Cuidar, contou o vice-presidente da Cooperativa, Vitório Moscon Puntel.

Ainda durante a gestação, o casal Brayan Costa e Maria Antônia Viter descobriu que a pequena Maria Alice sofria de uma cardiopatia: CIV (Comunicação Interventricular – uma abertura na parede que divide os ventrículos direito e esquerdo) e CIA (Comunicação Interatrial – abertura na parede que separa o átrio direto do átrio esquerdo). O acompanhamento da enfermidade, que iniciou na gravidez, se estendeu pelos primeiros meses de vida. O CIV fechou sozinho, mas o CIA necessitava de intervenção cirúrgica. Foi então que a bebê, de 01 ano, moradora de Belford Roxo, na Baixada do Fluminense, se tornou a primeira criança a passar por uma cirurgia cardíaca pediátrica no Hospital Unimed Volta Redonda, inaugurando o serviço. O atendimento surpreendeu a família.

– Nós gostamos muito do atendimento. É excelente, fomos tratados com amor, educação, total carinho e percebemos isso tanto no tratamento dela que é paciente, quanto com a gente, os pais, que estamos acompanhando. Sentimos o Jeito Unimed de Amor, disse Brayan Costa, pai de Maria Alice.

Os pais de primeira viagem, que passaram tão cedo por um processo cirúrgico com a filha pequena, relembram o nervosismo que foi se preparar para uma operação. Mas o serviço individualizado oferecido pela unidade hospitalar fez toda a diferença.

– Os profissionais foram maravilhosos, muito atenciosos. Deram todo o suporte que precisávamos. A gente se sentiu bem confortável, porque estávamos com receio de uma cirurgia. Ela tão bebê, ficamos com medo de como seria e acabou que foi tudo perfeito, uma recuperação maravilhosa e o pós (operatório) está sendo bom também, contou Maria Antônia Viter, mãe da paciente.

Duas operações de sucesso

Antônio Fernandes Georgino, de 03 anos, morador de Porto Real foi a segunda criança a passar pela Cirurgia Cardíaca Infantil. Ele também fez uma correção cirúrgica de CIA. Por conta da cardiopatia, Antônio tinha acompanhamento médico especializado desde o nascimento e foi indicado passar por uma operação.

A família visitou um especialista no Rio de Janeiro que, assim como no caso de Maria Alice, indicou o Hospital Unimed Volta Redonda para o procedimento.

– Eu senti aqui muita diferença em relação a outros hospitais que frequentei com ele. O atendimento é muito bom e o hospital é excelente, contou Janaína Duarte Fernandes, mãe de Antônio.

Hospital da Unimed Volta Redonda está entre os melhores do país
Unidade é a única do estado do Rio de Janeiro que é de fora da Região Metropolitana

 

 

Da Redação

Pelo segundo ano seguido, o Hospital da Unimed Volta Redonda é o único fora da Região Metropolitana do Rio de Janeiro a estar no ranking dos 100 melhores hospitais do país. A classificação é resultado de um estudo da revista norte-americana Newsweek em parceria com a empresa global de pesquisa de dados Statista Inc. O presidente da Cooperativa, Luiz Paulo Tostes Coimbra, avalia que o resultado reforça o sentimento de que estão no caminho certo, ao focar em qualidade no atendimento, tecnologia de ponta e no desenvolvimento das pessoas. Somente no ano passado, mesmo com a pandemia, a Unimed investiu mais de R$ 60 milhões em novos equipamentos, ampliação dos serviços hospitalares e na qualificação dos colaboradores. “Para nós é uma honra mais uma vez fazer parte deste ranking, que demostra que nossas ações foram assertivas, mesmo durante o recrudescimento da pandemia. Aprendemos a nos adaptar e agir rápido para manter a qualidade do nosso atendimento e a entrega do nosso Jeito Unimed de Cuidar, afirma. A lista completa está disponível no link https://www.newsweek.com/worlds-best-hospitals-2022/brazil.

Anvisa libera mais dois autotestes de covid-19
São seis os produtos já liberados pela agência

 

Da Agência Brasil

O Brasil já tem seis autotestes de covid-19 aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), os dois mais recentes foram liberados nessa quarta-feira (2) pela agência. Para obter o registro, os produtos foram avaliados quanto à segurança, o desempenho e o atendimento aos requisitos legais exigidos aos autotestes.

“Um dos principais pontos de atenção da Anvisa para análise dos autotestes é a usabilidade, que inclui as orientações de uso e as instruções em linguagem simples que permita a pessoa leiga fazer o uso correto do produto”, explicou a agência.

Produtos

Um dos produtos é o “Autoteste COVID-19 Ag” registrado pela empresa Biosul Produtos Diagnósticos. O exame é fabricado pela Hangzhou Alltest Biotech da China. O teste utiliza o swab nasal e terá apresentação comercial com um produto por embalagem.

O segundo teste é o “SGTi-flex COVID-19 Ag – SELF TEST” registrado pela empresa Kovalent do Brasil . O produto é fabricado pela Sugentech da Coreia do Sul. O exame também utiliza o swab nasal, mas terá apresentação comercial mais variada em versões com um, dois ou cinco testes por embalagem.

Autoteste

O autoteste é o produto que permite que a pessoa realize todas as etapas do exame, desde a coleta da amostra até a interpretação do resultado, sem a necessidade de auxílio profissional. Para isso, deve seguir atentamente as informações das instruções de uso, que possuem linguagem simples e figuras ilustrativas do seu passo a passo.

Segundo a Anvisa, independentemente do resultado aferido, o uso de máscaras, a vacinação e o distanciamento físico devem ser mantidas já que reduzem as chances de transmissão do novo coronavírus.

lista completa dos autotestes aprovados será atualizada periodicamente e está disponível no painel eletrônico da Anvisa.

Piso nacional de enfermagem preocupa pequenos hospitais
Projeto de Lei pode provocar aumento de mais de 100% na média salarial em diversos estados

 

Presidente da FBH teme que muitos hospitais fechem as portas

 

Da Redação

Estudo da Federação Brasileira de Hospitais mostra que as regiões Norte e Nordeste serão as que mais vão sentir o impacto do piso nacional de enfermagem. O levantamento foi enviado à deputada federal Carmem Zanotto, que coordena o Grupo de Trabalho responsável por avaliar os efeitos do Projeto de Lei que estabelece o piso. Segundo o estudo, o salário de R$ 4.750 proposto para enfermeiros representa um aumento na média salarial que varia, dependendo do estado, de 40% a 131%, no Nordeste, e de 40% a 126%, no Norte. O salário de R$ 3.325 para técnicos de enfermagem significará uma elevação que pode oscilar de 123% a 186% e de 98% a 173%, respectivamente. O presidente da FBH, Adelvânio Francisco Morato, defende que é preciso considerar as diferenças regionais, sob pena de onerar de forma desproporcional os pequenos hospitais localizados, principalmente, no interior do país.  “Muitos vão fechar, o que vai aumentar a desigualdade regional na oferta de serviços de saúde”, avalia.