Hospital da Unimed Volta Redonda está entre os melhores do país
Unidade é a única do estado do Rio de Janeiro que é de fora da Região Metropolitana

 

 

Da Redação

Pelo segundo ano seguido, o Hospital da Unimed Volta Redonda é o único fora da Região Metropolitana do Rio de Janeiro a estar no ranking dos 100 melhores hospitais do país. A classificação é resultado de um estudo da revista norte-americana Newsweek em parceria com a empresa global de pesquisa de dados Statista Inc. O presidente da Cooperativa, Luiz Paulo Tostes Coimbra, avalia que o resultado reforça o sentimento de que estão no caminho certo, ao focar em qualidade no atendimento, tecnologia de ponta e no desenvolvimento das pessoas. Somente no ano passado, mesmo com a pandemia, a Unimed investiu mais de R$ 60 milhões em novos equipamentos, ampliação dos serviços hospitalares e na qualificação dos colaboradores. “Para nós é uma honra mais uma vez fazer parte deste ranking, que demostra que nossas ações foram assertivas, mesmo durante o recrudescimento da pandemia. Aprendemos a nos adaptar e agir rápido para manter a qualidade do nosso atendimento e a entrega do nosso Jeito Unimed de Cuidar, afirma. A lista completa está disponível no link https://www.newsweek.com/worlds-best-hospitals-2022/brazil.

Anvisa libera mais dois autotestes de covid-19
São seis os produtos já liberados pela agência

 

Da Agência Brasil

O Brasil já tem seis autotestes de covid-19 aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), os dois mais recentes foram liberados nessa quarta-feira (2) pela agência. Para obter o registro, os produtos foram avaliados quanto à segurança, o desempenho e o atendimento aos requisitos legais exigidos aos autotestes.

“Um dos principais pontos de atenção da Anvisa para análise dos autotestes é a usabilidade, que inclui as orientações de uso e as instruções em linguagem simples que permita a pessoa leiga fazer o uso correto do produto”, explicou a agência.

Produtos

Um dos produtos é o “Autoteste COVID-19 Ag” registrado pela empresa Biosul Produtos Diagnósticos. O exame é fabricado pela Hangzhou Alltest Biotech da China. O teste utiliza o swab nasal e terá apresentação comercial com um produto por embalagem.

O segundo teste é o “SGTi-flex COVID-19 Ag – SELF TEST” registrado pela empresa Kovalent do Brasil . O produto é fabricado pela Sugentech da Coreia do Sul. O exame também utiliza o swab nasal, mas terá apresentação comercial mais variada em versões com um, dois ou cinco testes por embalagem.

Autoteste

O autoteste é o produto que permite que a pessoa realize todas as etapas do exame, desde a coleta da amostra até a interpretação do resultado, sem a necessidade de auxílio profissional. Para isso, deve seguir atentamente as informações das instruções de uso, que possuem linguagem simples e figuras ilustrativas do seu passo a passo.

Segundo a Anvisa, independentemente do resultado aferido, o uso de máscaras, a vacinação e o distanciamento físico devem ser mantidas já que reduzem as chances de transmissão do novo coronavírus.

lista completa dos autotestes aprovados será atualizada periodicamente e está disponível no painel eletrônico da Anvisa.

Piso nacional de enfermagem preocupa pequenos hospitais
Projeto de Lei pode provocar aumento de mais de 100% na média salarial em diversos estados

 

Presidente da FBH teme que muitos hospitais fechem as portas

 

Da Redação

Estudo da Federação Brasileira de Hospitais mostra que as regiões Norte e Nordeste serão as que mais vão sentir o impacto do piso nacional de enfermagem. O levantamento foi enviado à deputada federal Carmem Zanotto, que coordena o Grupo de Trabalho responsável por avaliar os efeitos do Projeto de Lei que estabelece o piso. Segundo o estudo, o salário de R$ 4.750 proposto para enfermeiros representa um aumento na média salarial que varia, dependendo do estado, de 40% a 131%, no Nordeste, e de 40% a 126%, no Norte. O salário de R$ 3.325 para técnicos de enfermagem significará uma elevação que pode oscilar de 123% a 186% e de 98% a 173%, respectivamente. O presidente da FBH, Adelvânio Francisco Morato, defende que é preciso considerar as diferenças regionais, sob pena de onerar de forma desproporcional os pequenos hospitais localizados, principalmente, no interior do país.  “Muitos vão fechar, o que vai aumentar a desigualdade regional na oferta de serviços de saúde”, avalia.

 

Efeitos pós-covid-19 atingem 10% a 20% dos infectados
Informação está no Relatório Europeu de Saúde, divulgado hoje

 

Da Agência Brasil

Entre 10% e 20% das pessoas com covid-19 sofrem sintomas após se recuperarem da fase aguda da infecção. Os sintomas são “imprevisíveis e debilitantes” e afetam também a saúde mental, alertou hoje (24) a Organização Mundial da Saúde (OMS).

“Embora os dados sejam escassos, estimativas recentes mostram que até 20% das pessoas com covid-19 experimentam doença contínua durante semanas ou meses após a fase aguda da infeção”, diz o Relatório Europeu da Saúde 2021 da OMS, divulgado nesta quinta-feira.

Segundo o documento, a condição clínica conhecida por long covid ocorre em pessoas com histórico de infecção pelo SARS-CoV-2 geralmente três meses a partir do início da doença, com sintomas que duram pelo menos dois meses, sendo as mais comuns a fadiga, falta de ar e disfunção cognitiva.

“A condição pós-covid-19 é imprevisível e debilitante e pode, posteriormente, levar a problemas de saúde mental, como ansiedade, depressão e sintomatologia pós-traumática”, alerta capítulo do relatório dedicado à pandemia.

De acordo com o documento da OMS Europa, o que influencia o desenvolvimento e gravidade do long covid é, até agora, desconhecido, mas não parece estar correlacionado com a gravidade da infecção inicial ou com a duração dos sintomas associados, sendo, porém, mais comum em pessoas que foram hospitalizadas.

“Espera-se que o número absoluto de casos aumente à medida que ocorrem novas ondas de infecção na região europeia e é preciso mais investigação e vigilância” a essa condição específica provocada pela covid-19″.

O relatório sobre Saúde na Europa, publicado a cada três anos, diz ainda que as medidas de contenção da pandemia, como os confinamentos, “influenciaram negativamente os comportamentos de saúde” da população.

As restrições tiveram impacto nos padrões de consumo de álcool, tabaco e de drogas em “partes significativas da população”, além do “aumento do comportamento sedentário e alterações negativas” em nível alimentar.

A OMS acrescenta que o fechamento de escolas e universidades em diversos países, durante as fases mais críticas da pandemia, teve “impacto no bem-estar mental” das crianças e adolescentes.

“Análise recente mostra número significativo de crianças que sofrem de ansiedade, depressão, irritabilidade, desatenção, medo, tédio e distúrbios do sono”, afirma a OMS. Para a organização, o fechamento de escolas durante os picos da pandemia em 2020 e 2021causaram perdas na aprendizagem e perturbação no desenvolvimento cognitivo de crianças e adolescentes.

“Os dados emergentes mostram perdas de aprendizagem de um terço a um quinto de um ano letivo e foram relatadas mesmo em países com aplicação relativamente curta das medidas de saúde pública e sociais e acesso generalizado à internet. Isso sugere que as crianças fizeram pouco ou nenhum progresso enquanto aprenderam em casa”, destaca a organização.

O relatório mostra ainda que, devido à natureza do trabalho, os profissionais de saúde estão em maior risco de infecção por SARS-CoV-2, e a prevalência de doença é ligeiramente maior entre os profissionais de saúde do que na população em geral.

“As estimativas atuais mostram que cerca de 10% dos profissionais de saúde foram infectados. Cerca de 50% deles eram enfermeiros e 25%, médicos”.

A covid-19 provocou pelo menos 5,90 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no fim de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

A variante Ômicron, que se dissemina e sofre mutações rapidamente, tornou-se dominante no mundo desde que foi detectada pela primeira vez, em novembro, na África do Sul.