Santa Casa de São Paulo vende a operação do Hospital Santa Isabel por R$ 280 milhões
Unidade é voltada exclusivamente ao atendimento de planos de saúde e de pacientes particulares

 

Da Redação

A Mesa Administrativa da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo aprovou por unanimidade, nessa quarta-feira, 27 de outubro, a venda da operação do Hospital Santa Isabel, unidade de atendimento voltada para atender clientes de planos de saúde e pacientes particulares.

O objetivo da Irmandade é usar o recurso da venda da operação e do aluguel do imóvel à Rede D’Or São Luiz para reduzir a sua dívida bancária e investir em melhorias ao atendimento dos pacientes do SUS.

Devido ao endividamento da instituição, a direção decidiu vender a operação dessa unidade hospitalar, preservando a propriedade do imóvel, entendendo ser essa uma equação financeira viável, para seguir e manter-se como uma das principais unidades prestadoras do atendimento ao paciente do SUS, sua razão de ser como instituição filantrópica.

Com a venda da operação, a Irmandade receberá R$ 280 milhões e garantirá um aluguel anual de longo prazo e com isso fará o saneamento de suas dívidas. Adicionalmente, a Rede D’Or se compromete a investir na reforma de aproximadamente 3 mil m2 para o atendimento do paciente SUS.

Importante ressaltar que os colaboradores do Hospital Santa Isabel deverão manter suas atividades profissionais normalmente, uma vez que a Rede D’Or São Luiz é um dos maiores empregadores do país.

“Com essa operação, podemos retomar nossa capacidade de investimento e atendimento aos pacientes do SUS, através da modernização e ampliação de nossas instalações do Hospital Central, que já conta com 623 leitos em prol da população, reforçando o nosso legado de 460 anos”, conclui Vicente Renato Paolillo, Provedor da Irmandade.

Covid-19: mais de 18 milhões estão com segunda dose da vacina atrasada
Mais de 116 milhões estão com o esquema vacinal completo

 

Da Agência Brasil

Mais de 18 milhões de brasileiros que já deveriam ter tomado a segunda dose da vacina contra a covid-19 para completar o ciclo de imunização estabelecido pelas autoridades sanitárias ainda não o fizeram.

Segundo o Ministério da Saúde, o resultado é preocupante – mesmo considerando que, na última semana, este número caiu 10%, baixando de 20 milhões de pessoas cuja segunda dose da vacina estava atrasada, para os atuais 18 milhões.

Em nota, a pasta enfatizou que, para obter a máxima proteção oferecida pelos imunizantes, é preciso tomar as duas doses da vacina.

“A recomendação da pasta é para que os brasileiros completem o ciclo vacinal mesmo se o prazo para a segunda dose estiver atrasado. No caso das vacinas da Pfizer e da Astrazeneca, o intervalo é de oito semanas. Já para a CoronaVac, a segunda dose deve ser aplicada 4 semanas após a primeira”, acrescentou o ministério, na nota.

O Ministério da Saúde distribuiu mais de 320 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 para estados e municípios. Destas, 270 milhões foram aplicadas. A primeira dose foi aplicada em 153,8 milhões de brasileiros. Pouco mais de 116,1 milhões de pessoas receberam a segunda dose ou dose única e 6 milhões a dose adicional ou de reforço.

Por meio da nota ministerial, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, enfatizou que a ocorrência de novos casos e de mortes em consequência da doença vêm caindo graças “à ampla campanha de vacinação”.

“Mesmo com um cenário mais tranquilo, com queda no número de casos, óbitos e internações, não dá para relaxar nessa hora. Todos sabemos que só com a segunda dose é que garantimos a máxima proteção contra a doença. Precisamos vencer o vírus. E uma das formas de vencê-lo é vacinar toda a população brasileira”, mencionou Queiroga, citando que a média móvel de casos caiu 85,4% entre abril deste ano e ontem (25), enquanto a média móvel de mortes diminuiu 88,9%.

Unimed Volta Redonda recebe prêmio Excelência da Saúde
Cooperativa venceu a categoria Responsabilidade Socioambiental

 

Da Redação

 

A Unimed Volta Redonda foi a vencedora da 9ª edição do prêmio Excelência da Saúde, na categoria Responsabilidade Socioambiental. A premiação é realizada pelo Grupo Mídia desde 2013 e homenageia as instituições de saúde que mais se destacaram nos últimos 12 meses. Para a diretora da Cooperativa, Elaine de Fatima Nogueira, o reconhecimento reforça o compromisso da Unimed Volta Redonda na condução dos seus negócios de forma sustentável. “Os investimentos relacionados à responsabilidade socioambiental fazem parte da nossa essência em cuidar não só dos clientes, mas da comunidade como um todo”, afirma Elaine, que ressalta que o sucesso das iniciativas realizadas se deve ao engajamento dos colaboradores e cooperados.

Um dos exemplos é o descarte consciente de sucata de cabos, que também rendeu à Cooperativa a certificação do Programa Green IT, como empresa que contribui com o meio ambiente. A reciclagem de 432 kg de sucata evitou que mais de 216kg de materiais contaminados com metais pesados fossem depositados em aterros industriais. Também reduziu a extração de mais de 41 mil kg de minério de cobre e o consumo em mais de 4.130 kWh de energia, o que abasteceria 28 residências por um mês.

Outra solução que vem registrando excelentes resultados é o painel digital que monitora os sistemas de água, esgoto e eletricidade. Ele foi desenvolvido para otimizar os processos do dia a dia, prever problemas por meio de monitoramento de variáveis e como melhoria contínua. “É uma ferramenta que foi criada pela nossa própria equipe e que permite identificar, por exemplo, se há um vazamento de água, e agir rápido na solução”, destaca Elaine, que faz questão de relembrar que o Hospital Unimed Volta Redonda utiliza desde a sua inauguração, há 11 anos, o prontuário eletrônico.

Coleta seletiva e tratamento dos resíduos sólidos e líquidos; sistema de reaproveitamento da água da chuva, que é captada, armazenada em reservatórios e utilizadas nas descargas e para regar os jardins, bem como a utilização de painéis solares para aquecimento da água de chuveiros e torneiras do hospital, também compõem as medidas socioambientais realizadas pela Cooperativa, que mesmo na pandemia não parou de investir em ações em prol dos clientes, cooperados e colaboradores. Recentemente, foi inaugurado o Centro de Pesquisa Clínica, com o objetivo de promover inovação, avanços na ciência e situar a região Sul Fluminense como um polo de pesquisa da área médica no Brasil.

“Sem dúvida nenhuma, a Unimed Volta Redonda vem cumprindo bem o seu papel. Ainda assim, esse prêmio reforça nossa responsabilidade em buscar novas soluções e iniciativas, sempre visando o cuidado da saúde e bem-estar das pessoas”, afirma Elaine.

Covid-19: governo britânico admite vacinação obrigatória nos hospitais
Número de casos e mortes aumentam no país

 

Da Agência Brasil

O governo britânico já admite tornar obrigatória a vacinação para todos os funcionários do Serviço Nacional de Saúde. O número de casos e mortes  continua a aumentar na Grã-Bretanha. O crescimento está próximo dos 15% e voltou a colocar sob pressão os hospitais.

Ainda não há uma decisão final, mas o governo britânico avalia a possibilidade de tornar obrigatória a vacinação para qualquer trabalhador no Serviço Nacional de Saúde.

Sajid David, responsável pela pasta da Saúde, afirmou à Sky News que a vacinação obrigatória iria proteger os doentes. “Estamos considerando isso”, David, do governo Boris Johnson. “Ainda teremos que tomar uma decisão final, mas estamos inclinados nesse sentido”.

A declaração foi dada no momento em que o número de casos na Grã-Bretanha continua a crescer. Nesse domingo (24) foram mais 39,96 mil casos e 72 mortes. Foi o domingo com mais casos de morte desde o início de março.

Nos últimos sete dias, na Grã-Bretanha, 333,46 mil pessoas testaram positivo para a covid-19, um aumento de 15%, em comparação com a semana anterior e a pior desde a semana de 21 de julho.

Apesar de a vacinação e o maior conhecimento da doença terem reduzido o número de mortes, em comparação com outras ondas, não deixa também de ser verdade que os hospitais britânicos voltaram, nos últimos dias, a sentir a pressão de outros tempos, com muitas pessoas que acabam por ocupar um leito..

Os britânicos, que começaram o processo de vacinação com força, agora sentem dificuldades em chegar aos 85%  da populaçáo com a vacinação completa.

Dados oficiais indicam que até agora 79,2% da população britânica receberam as duas doses da vacina.

Conselheiros de saúde do governo britânico alertaram para a possibilidade de, nos próximos dias, serem reintroduzidas medidas de controle da pandemia, como o teletrabalho ou outras mais severas.

Apesas da situação cada vez mais difícil, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson continua a rejeitar a possibilidade de novo confinamento. “Não vemos nada que indique esse necessidada agora”, disse ele.