Unimed Volta Redonda recebe prêmio Excelência da Saúde
Cooperativa venceu a categoria Responsabilidade Socioambiental

 

Da Redação

 

A Unimed Volta Redonda foi a vencedora da 9ª edição do prêmio Excelência da Saúde, na categoria Responsabilidade Socioambiental. A premiação é realizada pelo Grupo Mídia desde 2013 e homenageia as instituições de saúde que mais se destacaram nos últimos 12 meses. Para a diretora da Cooperativa, Elaine de Fatima Nogueira, o reconhecimento reforça o compromisso da Unimed Volta Redonda na condução dos seus negócios de forma sustentável. “Os investimentos relacionados à responsabilidade socioambiental fazem parte da nossa essência em cuidar não só dos clientes, mas da comunidade como um todo”, afirma Elaine, que ressalta que o sucesso das iniciativas realizadas se deve ao engajamento dos colaboradores e cooperados.

Um dos exemplos é o descarte consciente de sucata de cabos, que também rendeu à Cooperativa a certificação do Programa Green IT, como empresa que contribui com o meio ambiente. A reciclagem de 432 kg de sucata evitou que mais de 216kg de materiais contaminados com metais pesados fossem depositados em aterros industriais. Também reduziu a extração de mais de 41 mil kg de minério de cobre e o consumo em mais de 4.130 kWh de energia, o que abasteceria 28 residências por um mês.

Outra solução que vem registrando excelentes resultados é o painel digital que monitora os sistemas de água, esgoto e eletricidade. Ele foi desenvolvido para otimizar os processos do dia a dia, prever problemas por meio de monitoramento de variáveis e como melhoria contínua. “É uma ferramenta que foi criada pela nossa própria equipe e que permite identificar, por exemplo, se há um vazamento de água, e agir rápido na solução”, destaca Elaine, que faz questão de relembrar que o Hospital Unimed Volta Redonda utiliza desde a sua inauguração, há 11 anos, o prontuário eletrônico.

Coleta seletiva e tratamento dos resíduos sólidos e líquidos; sistema de reaproveitamento da água da chuva, que é captada, armazenada em reservatórios e utilizadas nas descargas e para regar os jardins, bem como a utilização de painéis solares para aquecimento da água de chuveiros e torneiras do hospital, também compõem as medidas socioambientais realizadas pela Cooperativa, que mesmo na pandemia não parou de investir em ações em prol dos clientes, cooperados e colaboradores. Recentemente, foi inaugurado o Centro de Pesquisa Clínica, com o objetivo de promover inovação, avanços na ciência e situar a região Sul Fluminense como um polo de pesquisa da área médica no Brasil.

“Sem dúvida nenhuma, a Unimed Volta Redonda vem cumprindo bem o seu papel. Ainda assim, esse prêmio reforça nossa responsabilidade em buscar novas soluções e iniciativas, sempre visando o cuidado da saúde e bem-estar das pessoas”, afirma Elaine.

Covid-19: governo britânico admite vacinação obrigatória nos hospitais
Número de casos e mortes aumentam no país

 

Da Agência Brasil

O governo britânico já admite tornar obrigatória a vacinação para todos os funcionários do Serviço Nacional de Saúde. O número de casos e mortes  continua a aumentar na Grã-Bretanha. O crescimento está próximo dos 15% e voltou a colocar sob pressão os hospitais.

Ainda não há uma decisão final, mas o governo britânico avalia a possibilidade de tornar obrigatória a vacinação para qualquer trabalhador no Serviço Nacional de Saúde.

Sajid David, responsável pela pasta da Saúde, afirmou à Sky News que a vacinação obrigatória iria proteger os doentes. “Estamos considerando isso”, David, do governo Boris Johnson. “Ainda teremos que tomar uma decisão final, mas estamos inclinados nesse sentido”.

A declaração foi dada no momento em que o número de casos na Grã-Bretanha continua a crescer. Nesse domingo (24) foram mais 39,96 mil casos e 72 mortes. Foi o domingo com mais casos de morte desde o início de março.

Nos últimos sete dias, na Grã-Bretanha, 333,46 mil pessoas testaram positivo para a covid-19, um aumento de 15%, em comparação com a semana anterior e a pior desde a semana de 21 de julho.

Apesar de a vacinação e o maior conhecimento da doença terem reduzido o número de mortes, em comparação com outras ondas, não deixa também de ser verdade que os hospitais britânicos voltaram, nos últimos dias, a sentir a pressão de outros tempos, com muitas pessoas que acabam por ocupar um leito..

Os britânicos, que começaram o processo de vacinação com força, agora sentem dificuldades em chegar aos 85%  da populaçáo com a vacinação completa.

Dados oficiais indicam que até agora 79,2% da população britânica receberam as duas doses da vacina.

Conselheiros de saúde do governo britânico alertaram para a possibilidade de, nos próximos dias, serem reintroduzidas medidas de controle da pandemia, como o teletrabalho ou outras mais severas.

Apesas da situação cada vez mais difícil, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson continua a rejeitar a possibilidade de novo confinamento. “Não vemos nada que indique esse necessidada agora”, disse ele.

Brasil recebe nova remessa de vacinas da Pfizer
Entrega abrange 1,7 milhão de doses

 

Da Agência Brasil

O Brasil recebeu hoje (22) uma nova remessa com 1,7 milhão de doses do imunizante Comirnaty contra a covid-19. Esse é o oitavo lote do segundo contrato da Pfizer com o governo brasileiro. O avião, que veio de Amsterdã, na Holanda, pousou no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP) às 6h55. As próximas entregas estão previstas para a semana semana que vem.

Segundo o Ministério da Saúde, desde o início da campanha de vacinação contra o novo coronavírus, em janeiro de 2021, foram usados mais de 102 milhões de doses do imunizante fabricado pela Pfizer. O total de vacinas distribuídas para todos os estados e o Distrito Federal é de 230 milhões.

A Pfizer informou que, desde o dia 9 de outubro, quando foram iniciadas as entregas das doses que contemplam o segundo contrato com o governo federal, o total de doses entregues ultrapassa 13 milhões. O contrato prevê a remessa de 100 milhões de imunizantes entre outubro e dezembro.

Simpósio vai debater o que se aprendeu no tratamento da Covid nas UTIs
Evento promovido pela Rede D’Or terá participação de grandes nomes da terapia intensiva

 

Da Redação

As unidades de terapia intensiva de todo o mundo foram colocadas à prova quando os leitos ficaram lotados de paciente com covid. Para debater todo o aprendizado adquirido ao longo dessa pandemia, a Rede D’Or São Luiz promove, no dia 22 de outubro, o II Simpósio Internacional de Medicina Intensiva. Referências da terapia no Brasil e no mundo vão apresentar os avanços no tratamento da doença nos campos da Neurologia, Pneumologia, Cardiologia, Infectologia, Nefrologia e Hematologia. Entre os convidados internacionais estão nomes como o de Jan Claassen, diretor de Neurologia de Cuidados Críticos da Universidade de Columbia; Jean-Louis Vincent, professor de medicina intensiva na Université libre de Bruxelles e Fabio Taccone, professor do Departamento de Terapia Intensiva de Hopital Erasme, em Bruxelas, na Bélgica. O evento será gratuito e inteiramente virtual.

Coordenador do Serviço de Terapia Intensiva do Copa Star, Fabio Miranda destaca que a pandemia representou uma verdadeira provação para os profissionais que atuam nas UTIs. O cenário atual, de queda contínua na ocupação de leitos, em nada lembra o cenário visto no ano passado. A própria Rede D’Or chegou a registrar mais de 3 mil pacientes internados no auge da pandemia. Atualmente, apresenta cerca de 200 pacientes com covid. “Sem dúvida nenhuma o avanço da campanha de vacinação é a principal razão, mas hoje também conseguimos tratar melhor do que há um ano atrás”, explica Fabio, que ao lado de Marcelo Maia, coordenador do Serviço de Terapia Intensiva do Hospital DF Star e do Thiago Gomes Romano, coordenador do Serviço de Terapia Intensiva Geral do Hospital Vila Nova Star, compõe o comitê organizador do Simpósio.

Fabio relata que um dos aprendizados é que hoje se sabe que o paciente precisa ter um acompanhamento diário pelo médico-assistente, nos casos mais leves, pelo menos nos primeiros 15 dias. Dependendo da faixa etária e das comorbidades, o acompanhamento precisa ser ainda mais intenso. Se surgir algum sinal de gravidade, o paciente tem que ir imediatamente ao hospital para fazer exames e, conforme o caso, ser internado.

Outro ponto importante do Seminário serão as experiências da própria Rede D’Or. Maior rede hospitalar privada do país. Nomes como o da cardiologista intensivista Ludhmila Hajjar e do hematologista Eduardo Rego estão confirmados.  “Hoje, nós respondemos por mais de 30% de todas as UTIs certificadas pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB).  Nós investimos continuamente em qualificação e em tecnologia.  Com isso, garantimos a segurança dos nossos pacientes e aumentamos as chances de salvar vidas”, afirma o vice-presidente médico, Leandro Reis.

SERVIÇO
II Simpósio Internacional de Medicina Intensiva
Dia: 22 de outubro Evento online
Inscrição gratuita pelo 22/10 – II Simpósio Internacional de Terapia Intensiva (RDSL) (simposio.digital)