Para além do discurso, a agenda ESG deve ser uma prática de transformação
Luiz Paulo Tostes Coimbra*

 

*Luiz Paulo Tostes Coimbra é presidente da Unimed Volta Redonda e da Central Nacional Unimed

Cada vez mais a sociedade exige responsabilidade socioambiental das organizações, bem como transparência em suas gestões. Como resultado, as pautas ESG, sigla em inglês para Environmental, Social and Corporate Governance, ganharam muita força nos últimos anos, principalmente desde o início da pandemia. A crise sanitária que atingiu o mundo em 2020 colocou ainda mais sob os holofotes a dedicação das organizações em implementar melhores práticas ambientais, sociais e de governança. É compreensível e até esperado que em um momento em que o mundo sofre uma crise profunda, a sociedade esteja mais atenta ao que as empresas realmente têm feito para provocar impacto positivo e deixar um legado socioambiental.

É salutar para todo o ambiente corporativo essa pressão da sociedade pela implementação de uma pauta ESG. De fato, os temas expressos na sigla estão presentes em agendas de organizações há anos, porém nem sempre com uma unidade. Era comum empresas que se dedicavam a ações ambientais, mas que não demonstravam o mesmo interesse por causas sociais. O contrário também ocorria. Aqui no Brasil, por exemplo, após seguidos escândalos de corrupção, houve uma guinada pela implementação de compliance nas organizações, como forma de atestar transparência da governança.

Entretanto, esses três pilares não podem ser pensados separados. Já passou da hora do mundo corporativo como um todo compreender que as organizações socialmente responsáveis são aquelas que repensam suas posturas e condutas atuais e, dessa forma, se estruturam para colocar em prática atitudes que promovam o bem-estar dos envolvidos. Nós, da Unimed Volta Redonda, acreditamos em uma gestão próxima, transparente e de valorização das pessoas. Esse é o grande diferencial da nossa instituição e vamos continuar percorrendo este caminho.

As organizações precisam atuar na construção de um mundo melhor, desenvolvendo constantemente ações voltadas às áreas de saúde, cultura, fomento à educação, construção de competência, entre outras. Sem dúvida nenhuma, a base para isso é o investimento em pessoas. É preciso disseminar entre as pessoas as competências e valores que o mundo contemporâneo exige. Não é apenas uma questão de formar talentos, mas também de promover uma troca de saberes que contemple o lado profissional, bem como o seu papel na sociedade enquanto cidadão.

Se por um lado o compromisso com a agenda ESG traz oportunidades para as organizações que realmente estão sendo efetivas, por outro coloca em xeque aquelas que fazem apenas marketing, sem apresentar resultados concretos e efetivos. A sociedade já percebe quem somente oferece discurso vazio, em busca de lucrar com temas que estão em alta. No caso do cooperativismo, é ainda mais primordial um envolvimento profundo com as pautas ESG, pois está na essência de nosso setor o compromisso com a comunidade. É um princípio básico que deve nortear toda a atividade cooperativista.

Não há dúvidas de que as pessoas têm se tornando mais exigentes na escolha das organizações com que se relacionam. A marca simplesmente ou o produto ou serviço oferecido não são mais suficientes para atrair e reter o consumidor ou cliente. É crucial que as empresas pensem no legado que deixarão e isso está diretamente ligado à pauta ESG. Nesse cenário, o cooperativismo, com sua expertise, pioneirismo e história, deve assumir um papel de liderança para guiar as organizações que ainda buscam se encontrar nessa nova realidade.

Tax Free Shopping no Brasil – A transformação do comércio varejista em exportação
Diogo Bueno e Paulo Senise*

 

 

 

Ao redor do mundo, em 52 países, Tax Free Shopping funciona como incentivador do consumo de bens por viajantes internacionais através do reembolso do imposto sobre o valor agregado – IVA, uma poderosa ferramenta para transformar visitantes em compradores. Ao promover o Tax Free Shopping os Governos os encorajam a gastarem mais, aumentando a atratividade do país por turistas internacionais e
incentivando a exportação de bens de consumo diretamente pelo comércio lojista, sem burocracia e com total transparência na transmissão de dados às Receitas Federal e Estadual.

No Brasil, o Tax Free está em fase de análise do projeto de implantação proposto pela Monex Par, já aprovado pela Comissão de Turismo da Câmara Federal e protocolado na Comissão de Constituição e Justiça para então ser submetida à análise do Senado Federal.

Como empresa implantadora do sistema Tax Free no Brasil, a MonexPar associou-se a uma operadora internacional de Tax Free líder em transações ao redor do mundo, com relevante experiência em operações globais, conexões com os principais mercados emissores e parceira de mais de centenas de milhares de comerciantes. No modelo proposto a MonexPar se encarregará da implantação e da operação do sistema de reembolso diretamente ao cliente e de todo o investimento necessário para seu funcionamento, utilizando as melhores práticas internacionais e o que há de mais moderno em diferentes países. O lojista, ao escolher a MonexPar e sua operadora internacional, será beneficiado pelo uso de uma plataforma tecnológica segura que proporcionará aos seus clientes descontos nos produtos comercializados nas lojas,
gerando um ciclo virtuoso de aumento das vendas e benefícios.

Outras vantagens oferecidas pela MonexPar aos lojistas incluem: relatórios de desempenho e tendências internacionais; processos de reembolso simples e rápidos; contabilidade transparente; opções de pagamento; serviços de marketing opcionais; além de soluções técnicas inovadoras e formação para colaboradores.

A retomada do turismo internacional passará por uma fase de extrema concorrência entre os destinos e exigirá um conjunto de medidas e benefícios que se traduzam em vantagens competitivas para o turista. O Tax Free certamente não é a única solução, mas pode colocar o Brasil em condição comparável aos seus concorrentes internacionais, no que toca ao hábito do consumo, para muitos, um quesito decisivo na
escolha de roteiros de viagens.

A transparência sobre a saúde de líderes políticos
Gilberto Ururahy*

 

Gilberto Ururahy ao lado do Prefeito Eduardo Paes, após realizar o seu check-up na MedRio

 

Quando um político compartilha publicamente, pela imprensa ou nas redes sociais, informações relevantes sobre o seu quadro de saúde demonstra ter um enorme respeito não apenas por quem o elegeu, mas por toda a população que governa. Numa sociedade moderna e responsável, a transparência de figuras públicas é fundamental.

Nas últimas três décadas, a MedRio Check-up recebeu dezenas de políticos, dos mais diferentes matizes ideológicas e partidárias. O mais recente foi o prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, que veio à nossa clínica esta semana para seus exames de rotina e a postou em suas redes sociais, alcançando grande repercussão entre seus seguidores. Como ele mesmo se antecipou a dizer em sua página no Instagram, seus exames estão absolutamente normais e o prefeito se encontra em perfeita condição de saúde para governar nossa cidade – tarefa nada fácil.

Foi-se o tempo em que políticos precisavam omitir sua eventual fragilidade de saúde para se mostrarem fortes diante do público, a exemplo da histórica foto de Tancredo Neves cercado por seus médicos tentando convencer a população que sua situação estava sob controle. O tiro saiu pela culatra e Tancredo morreu pouco depois.

Nos últimos anos acompanhamos o ex-presidente Itamar Franco se licenciar do Senado para se tratar da leucemia que viria a vitima-lo; vimos a batalha da então ministra Dilma Rousseff contra um linfoma, em 2009; o câncer na laringe do ex-presidente Lula, em 2011, e as reincidentes cirurgias a que o presidente Jair Bolsonaro precisou se submeter depois da facada durante a campanha, em 2018.

Um grande exemplo recente foi o caso do prefeito de São Paulo, Bruno Covas. Falecido em maio, Covas compartilhou com o povo da cidade que governava – e com todo o Brasil – sua longa e corajosa luta contra o câncer. Nas eleições de 2020, o povo de São Paulo o escolheu como prefeito, mesmo sabendo do seu quadro de saúde delicado. E por que? Porque ele nunca escondeu seu tratamento dos eleitores.

O primeiro-ministro inglês Boris Johnson precisou tomar um susto ao ser internado de Covid-19 para dar o real peso que a doença tem. Desde então, se tornou um dos maiores divulgadores da cautela com medidas sanitárias e defensores da vacina.

Ao informarem não apenas os tratamentos, mas também a prevenção contra doenças, como o faz agora o prefeito Eduardo Paes, os políticos incutem na população as noções de bem-estar, qualidade de vida e exames preventivos. Parabéns ao prefeito pelo gesto. Saúde é prevenção!

*Gilberto Ururahy é diretor médico da MedRio Check-Up

Benefícios da Gestão de Pacientes Crônicos
Olivia Couto

 

Olivia Couto é advogada da BMS Projetos & Consultoria

As doenças crônicas estão entre as enfermidades que mais afetam a população brasileira. Diabetes, hipertensão, tabagismo, tireoide, obesidade, ansiedade e depressão são as que mais afligem os médicos em decorrência da sua cronicidade e tratamentos prolongados. Uma gestão de pacientes crônicos consiste em um acompanhamento assistencial e clínico para essas enfermidades, realizando uma melhora no hábito de vida, reforçando a utilização de medicamentos e prevenindo algumas complicações com diagnósticos antecipados.

 

Com o sistema de gestão de pacientes crônicos, é possível reduzir gastos com itens para saúde, bem como o número de internações em hospitais e clínicas, proporcionando custo-benefício tanto para as empresas especializadas (hospitais e planos de saúde) quanto para os pacientes. Mais do que simplesmente controlar atestados médicos, a Gestão de Afastados tem a finalidade de minimizar as repercussões negativas das medidas previdenciárias.

O pacote de serviços da BMS é voltado para oferecer amplo monitoramento de situações que envolvam afastamentos.

Nossa atuação inclui:

* Acompanhamento de pré-perícias;

* Agendamento e gestão das perícias;

* Produção de relatórios médicos com correto enquadramento de NTEP;

* Investigação de acidentes de trabalho;

* Contestação do laudo do INSS, se necessário;

* Controle de afastados de curto e longo prazo pelo INSS;

* Gestão de absenteísmo.

Apresentamos a contestação de NTEP nos casos em que se aplica e atuamos na identificação da ocorrência, na manutenção do histórico de afastamento e do controle das contestações.

Nossa solução é focada em mitigar a falta de controle dos atestados, o não acompanhamento dos afastados, perda de prazo de recursos, aumento do FAP e outras situações delicadas. O processo que desenvolvemos combina sistema automatizado, equipe técnica especializada e ferramentas alinhadas ao que há de melhor e mais inovador no mercado de benefícios.

O objetivo é analisar, organizar e integrar os bancos de dados de clientes e parceiros com transparência e garantia de resultados.

Além das vantagens descritas, nosso sistema possui interface com o site do INSS e oferece monitoramento, cruzamento de dados, identificação de divergências e análises estatísticas para proporcionar consistência e clareza nos procedimentos. A ferramenta ainda possibilita a personalização de alertas para controle de prazos.

Entre em contato com a BMS e saiba como podemos te ajudar.

5 motivos para contratar:

  1. Ferramenta completa para a Gestão de Afastados;
  2. Alertas customizáveis e controle de prazos;
  3. Análises estatísticas qualitativas dos afastamentos;
  4. Geração de relatórios;
  5. Redução do FAP (Fator Acidentário de Prevenção).

Situações delicadas exigem experiência, consistência e transparência. Há ocorrências que demandam monitoramento e comprovação. A fim de facilitar a Gestão de Afastados, a BMS desenvolveu um sistema que possibilita maior controle por parte das empresas. Os ganhos são a manutenção da transparência e a redução de custos.