Unimed Volta Redonda, em parceria com o Instituto Lóbus, realiza formatura da 1° turma da Capacitação para Pessoas com Deficiência

Com objetivo de capacitar pessoas com deficiência, desenvolvendo suas habilidades e competências a fim de prepará-las para o mercado de trabalho, a Unimed Volta Redonda, em parceria com o Instituto Lóbus Treinamento, Ensino e Pesquisa lançou a Capacitação para Pessoas com Deficiência. O curso gratuito aconteceu presencialmente na estrutura do Instituto Lóbus com atividade prática em alguns setores da Unimed Volta Redonda. Os alunos participaram da cerimônia e receberam o certificado de conclusão.

Ariene Duarte, aluna da capacitação, aproveitou o momento de celebração para expressar sua gratidão com a oportunidade:

“Mesmo com algumas experiências, senti que precisava aprender mais e fui adiante com a minha inscrição, pois, percebi a necessidade de me capacitar e sair do meu comodismo. Uma capacitação totalmente gratuita, com 100% das aulas pela equipe da Unimed Volta Redonda. Cada instrutor passou grandes aprendizados que vou levar para a vida, todos com sorriso e animação que contagiavam, eram as terças-feiras mais felizes”, conta Ariene.

Primeira turma da Capacitação para Pessoas com Deficiência.

Para a jovem, o módulo prático da capacitação também foi muito importante: “No praticando fui escolhida para aprender no Instituto Lóbus, com pessoas animadas, felizes e bem capacitadas. Hoje em dia é muito difícil uma empresa valorizar tanto os seus colaboradores, vi pessoas satisfeitas e isto me contagiou e me fez ficar encantada, por isso, que a Unimed Volta Redonda está no ranking de Lugares Incríveis para Trabalhar. Muito obrigada por esta oportunidade”, disse.

Os familiares também participaram da cerimônia de encerramento da Capacitação para Pessoas com Deficiência. A mãe do jovem Antony, Roberta Fernandes, também falou sobre essa iniciativa: “Agradeço o impacto que vocês fizeram na vida profissional e pessoal de cada um. Meu coração de mãe foi aquecido em sentir o respeito, valor, generosidade, empatia, carinho e o amor que vocês trataram meu filho. Gratidão a todos os envolvidos, que acreditaram neste projeto de grande impacto. O legado que deixaram na vida de cada um foi impactante e humanamente extraordinário”, disse Roberta parabenizando a iniciativa.

Para o presidente da Cooperativa, Dr. Vitório Moscon Puntel, o curso, que é voltado para Pessoas com Deficiência que desejam ingressar no mercado de trabalho, faz parte de um projeto muito importante da Unimed Volta Redonda. “Esse programa de capacitação une nossas forças em prol de temas importantes. Mais do que capacitar as pessoas, significa praticar a inclusão e diversidade, seguindo a nossa essência cooperativista. Acreditamos e investimos nas pessoas, pois, reconhecemos que todos, cada um com seu talento, colaboram para a evolução da nossa sociedade”, disse.

Os alunos participaram de aulas sobre comunicação assertiva no ambiente de trabalho, habilidades com tecnologia, autonomia e autoconfiança, como se preparar para entrevistas, técnicas de atendimento em serviços de saúde e introdução ao faturamento médico e hospitalar. Além de oferecer a capacitação, a Unimed Volta Redonda também está convidando os alunos para uma entrevista, mapeando os perfis profissionais para possíveis vagas na Cooperativa.

Brasil fez 206 transplantes de coração no primeiro semestre deste ano
Índice representa aumento de 16% em comparação com o ano de 2022

Da Agência Brasil

Com o caso do apresentador de televisão Fausto Silva, mais conhecido como Faustão, surgiu a dúvida sobre como funciona o sistema de transplantes de coração no Brasil e que ritmo assume. De acordo com o Ministério da Saúde, entre 19 e 26 de agosto, 13 transplantes desse tipo foram realizados em todo o país, dos quais sete ocorreram no estado de São Paulo.

Segundo informações do governo federal, no primeiro semestre deste ano, foram realizados 206 transplantes de coração no país. O total representa um aumento de 16% na comparação com a primeira metade de 2022.

Neste domingo (27), quando Faustão realizou o procedimento, no Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista, outro paciente que aguardava na fila também recebeu um coração. Ambos tiveram prioridade na lista de espera, tendo em vista o quadro de saúde que apresentavam. A fila é a mesma para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e pacientes que fazem atendimento pela rede privada.

Como critérios, leva-se em consideração, além da avaliação do estado de saúde do paciente, o tipo sanguíneo, a compatibilidade de peso e altura, a compatibilidade genética e outros mais específicos, como o de nível de gravidade, que varia conforme o órgão do corpo. Quando dois ou mais pacientes apresentam condições parecidas, o que serve de critério de desempate é a ordem de chegada.

Conforme destaca o Ministério da Saúde, o Brasil tem o maior sistema público de transplantes de órgãos no mundo. “A estrutura é gerenciada pelo Ministério da Saúde, que assegura que cirurgias de alta complexidade sejam realizadas para pacientes da rede pública e privada, em situação de igualdade. Os pacientes, por meio do SUS, recebem assistência integral, equânime, universal e gratuita, incluindo exames preparatórios, cirurgia, acompanhamento e medicamentos pós-transplante”, acrescenta a pasta.

Ministério da Saúde faz repasse para pagamento do piso da enfermagem
Pasta informa que verbas estão nas contas de estados e municípios

Da Agência Brasil

O Ministério da Saúde informou que foram repassados nesta quarta-feira (23), a estados e municípios, os recursos para o pagamento do piso nacional da enfermagem. 

“Os recursos previstos na portaria nº 1.135/2023 foram creditados pelo Ministério da Saúde nas contas dos estados e municípios nesta quarta-feira (23). Mais de 97% das prefeituras foram contempladas a partir do cadastro realizado na plataforma InvestSUS. Dos 5.570 municípios do país, apenas 117 não informaram profissionais que necessitam de auxílio federal para complementação do piso”, informa o ministério.

O governo federal alocou R$ 7,3 bilhões, em crédito especial, para os repasses aos estados e municípios em 2023. “Foram pagas quatro parcelas do auxílio federal para implementação do piso retroativamente a maio. As outras cinco parcelas deste ano, incluindo o 13º, serão pagas até dezembro”, informa o ministério.

Entenda

Em maio, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou o pagamento do piso nacional da enfermagem após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter sancionado a abertura de crédito especial de R$ 7,3 bilhões para o pagamento do piso.

Até então, o novo piso nacional, definido pela Lei nº 14.434, estava suspenso, desde setembro de 2022, por decisão do próprio Barroso, até que os entes públicos e privados da área da saúde esclarecessem o impacto financeiro. Segundo os estados, o impacto nas contas locais é de R$ 10,5 bilhões e não há recursos para suplementar o pagamento.

Na nova decisão, Barroso determinou que estados, Distrito Federal e municípios, bem como às entidades privadas que atendam, no mínimo, 60% de seus pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a obrigatoriedade de implementação do piso nacional só existe no limite dos recursos recebidos por meio da assistência financeira prestada pela União para essa finalidade.

ANS atualiza regras para alteração de hospitais nos planos de saúde
Norma amplia portabilidade de carências

Da Agência Brasil

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou novas regras para a alteração de rede hospitalar das operadoras de planos de saúde. As mudanças estão relacionadas com a Consulta Pública nº 82/2021, que recebeu contribuições sobre quais deveriam ser os critérios para alteração da rede assistencial das operadoras. 

Novas regras entram em vigor 180 dias após publicação no Diário Oficial da União.

As mudanças valem tanto para a retirada de um hospital da rede, como para a troca de um hospital por outro. O objetivo é dar maior transparência e segurança aos beneficiários.

Portabilidade

Nos casos em que os beneficiários ficarem insatisfeitos com a exclusão de um hospital ou serviço de urgência e emergência do prestador hospitalar da rede de sua operadora, ocorrida no município de residência do beneficiário ou no município de contratação do plano, o beneficiário passa a ter direito de portabilidade sem prazo de permanência no plano. Com isso, não precisará cumprir os prazos mínimos de permanência no plano (1 a 3 anos).

Também não será exigido que o plano de origem e o de destino sejam da mesma faixa de preço, como acontece atualmente nos outros casos de portabilidade de carências.

Comunicação

Pelas novas regras, as operadoras também serão obrigadas a comunicar os consumidores, individualmente, sobre exclusões ou mudanças de hospitais e serviços de urgência e emergência na rede credenciada no município de residência do beneficiário. A comunicação individualizada deve ser feita com 30 dias de antecedência, contados do término da prestação de serviço.

O diretor-presidente da ANS, Paulo Rebello, ressalta as vantagens ao consumidor do plano de saúde. “Além de ser informado oficialmente sobre qualquer mudança na rede hospitalar da sua operadora, o consumidor terá maior mobilidade, pois ficará mais fácil fazer a portabilidade de carências caso o hospital de sua preferência saia da rede da sua operadora”.

Redução da rede

Em relação à redução de rede hospitalar, uma das principais mudanças está relacionada à análise do impacto da retirada do hospital sobre os consumidores atendidos pela operadora.

Desta forma, caso a unidade a ser excluída seja responsável por até 80% das internações em sua região de atendimento, a ANS determina que a operadora não poderá apenas retirar o hospital da rede, mas deverá substituí-lo por um novo.

Substituição de hospitais

A avaliação de equivalência de hospitais para substituição também deverá ser realizada a partir do uso de serviços hospitalares e do atendimento de urgência e emergência, nos últimos 12 meses. Assim, se, no período analisado, os serviços tiverem sido utilizados no prestador excluído, eles precisarão ser oferecidos no prestador substituto.

E se o hospital a ser retirado pertencer ao grupo de hospitais que concentram até 80% das internações do plano, não será permitida a exclusão parcial de serviços hospitalares.

A norma aprovada também obriga o hospital substituto a estar localizado no mesmo município do excluído, exceto quando não houver prestador disponível. Neste caso, poderá ser indicado hospital em outro município próximo.

O diretor de Normas e Operações de Produtos da ANS, Alexandre Fioranelli, destacou que o foco da ANS, com a adoção dos novos critérios, está na segurança do consumidor com plano de saúde contratado. “A proposta é que o beneficiário seja menos afetado em razão da relação desfeita entre a operadora e o prestador. Esta proposta de normativo é fruto de cuidadoso trabalho de elaboração, que contou com intensa participação social e amplo debate”, afirmou o diretor.