Terminam, nesta quinta-feira as inscrições para vagas de estágio técnico da Vale
São 450 vagas distribuídas em 5 estados

 

Nesta quinta-feira (10) termina o prazo de inscrições para o Programa de Estágio Técnico 2026, que vai até 10 de setembro. No total, mais de 450 vagas serão oferecidas a estudantes de cursos técnicos em cidades de Maranhão, Pará, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Somente em Minas Gerais, mais de 150 vagas estão disponíveis em várias cidades do estado. Os candidatos selecionados devem começar em novembro.

O programa tem como objetivo atrair, desenvolver e treinar profissionais para áreas técnicas essenciais para as operações da empresa. Em um momento de transformação da indústria, os estagiários terão exposição a um setor de mineração cada vez mais conectado à automação, digitalização, uso de dados e inovação. O objetivo é preparar jovens talentos para funções técnicas e contribuir para a força de trabalho do futuro.

“A mineração está se transformando, e as pessoas desempenham um papel fundamental nessa evolução. Preparar novos profissionais conectando treinamento técnico, aprendizado e experiência prática é uma parte importante para construir o futuro do setor e de Vale”, diz Bruna Maffra, Diretora de RH.

A iniciativa também reforça o posicionamento da Vale como uma empresa focada no desenvolvimento de talentos. Em 2026, a empresa ficou em 2º lugar na lista Top Companies do LinkedIn, que reconhece as melhores empresas para desenvolvimento de carreira no Brasil.

A Vale está buscando jovens com interesse em desenvolvimento contínuo e aprendizado, criatividade, comunicação assertiva e disciplina para seguir padrões de segurança. Dentro da empresa, os participantes encontrarão um ambiente para desenvolvimento técnico e comportamental, com trajetória de carreira, contato com profissionais experientes e desafios operacionais reais.

Para participar, os candidatos devem estar matriculados em um curso técnico, pelo menos no sexto mês de estudos; ter 18 anos ou mais; ter disponibilidade para trabalhar por pelo menos um ano; e residem em um local onde a Vale opera. A conclusão do programa técnico deve ser concluída até junho de 2028. Os cursos elegíveis incluem Mecânica, Eletromecânica, Engenharia Elétrica, Automação Industrial, Soldagem, Mecatrônica, Metalurgia, Manutenção Industrial, Desenvolvimento de Sistemas, Mineração, Meio Ambiente, Logística, Transporte Ferroviário, Portos, Segurança Ocupacional, Redes de Computadores, TI Industrial e Automação, entre outros.

“Entrar como estagiário técnico na Vale é uma oportunidade de aprender na prática e entender como a tecnologia já faz parte das operações diárias. Você segue processos reais, trabalha ao lado de profissionais experientes e desenvolve habilidades que fazem a diferença para o futuro da sua carreira”, diz Vanessa Firmino, ex-estagiária técnica que agora é analista de operações na Vale.

Os candidatos selecionados receberão uma bolsa de R$1.400,00, além de benefícios como assistência médica, seguro de vida, vouchers de refeição ou refeitório no local, vouchers de transporte ou transporte no local, incentivos para atividades físicas, um vale de cesta de Natal e o Programa APOIAR, que inclui apoio psicológico e orientação financeira e nutricional. O processo de seleção inclui inscrições e testes online, entrevistas com RH e líderes, avaliação psicológica e admissão a partir de novembro. Para se candidatar, visite https://vale.com/pt/estagio-tecnico

Detalhes:

O quê: Estágio Técnico Vale 2026
Inscrições: 13 de agosto a 10 de setembro, via site
Requisitos: matriculado em um curso técnico, pelo menos no 6º mês; 18+ anos; disponível por pelo menos um ano; deve residir onde Vale opera; conclusão técnica até junho de 2028
Bolsa + benefícios: R$1.400,00, assistência médica, Programa de Assistência ao Empregado (Apoiar), seguro de vida, trajetória de desenvolvimento de carreira, voucher de refeição ou refeitório no local, voucher de transporte ou transporte no local, incentivo para atividade física, voucher
para cesta de Natal Solicite em: https://vale.com/pt/estagio-tecnico

Reduc completa 65 anos com certificação internacional para produção de combustível sustentável de aviação
Primeira refinaria da Petrobras habilitada a fornecer combustível sustentável de aviação ao mercado internacional, a Reduc avança na produção de biocombustíveis

 

Da Redação

A Refinaria Duque de Caxias (Reduc) completa hoje, 9 de setembro, 65 anos de operação. A mais complexa e diversificada da Petrobras, a unidade é a primeira refinaria da companhia certificada para fornecer Combustível Sustentável de Aviação (SAF) à aviação internacional e, desde agosto, está autorizada pela ANP a produzir Diesel R com 8,5% de conteúdo renovável.

Ela conta com um portfólio de mais de 40 produtos desenvolvidos em seus 13 quilômetros quadrados de área, sendo 9 mil de área industrial. Para o ciclo 2026-2030, a unidade concentra 36% dos investimentos previstos entre as refinarias da Petrobras no Plano de Negócios da companhia — US$ 4,6 bilhões, dos quais US$ 402 milhões em biocombustíveis (SAF e Diesel R).

Biocombustíveis

Em julho, a Reduc produziu o primeiro lote de 3,8 milhões de litros de SAF utilizando óleo de soja ILUC (sigla em inglês para Mudança Indireta no Uso da Terra), certificação internacional que assegura que a matéria-prima não causou desmatamento recente e nem o incentiva indiretamente. A certificação ISCC Corsia para produção do SAF por coprocessamento, conquistada anteriormente, foi o que habilitou a refinaria a fornecer o produto à aviação internacional.

Diesel R

Em agosto, a Reduc obteve da ANP a autorização para produzir o Diesel R com 8,5% de matéria-prima renovável, avanço em relação aos 5% testados em 2023, com testes já realizados que atestam a estabilidade operacional e a viabilidade técnica da produção. Com essa validação, a Reduc irá contribuir para a redução da intensidade das emissões e para maior aproveitamento do óleo de soja na produção.

Central Termelétrica e Usina Fotovoltaica

Outro projeto previsto até 2030 é a modernização da Central Termoelétrica U-1320, que iniciou a operação junto com a refinaria, em 1961. Serão investidos US$ 153 milhões na instalação de máquinas mais eficientes e modernas, além de novos equipamentos, como a turbina a gás, a caldeira recuperadora e um turbogerador a vapor. Com isso, a Reduc passará a ser autossuficiente em energia elétrica, aumentando a confiabilidade da refinaria diante de possíveis instabilidades do Sistema Interligado Nacional.

O projeto da U-1320 integra a carteira de projetos de investimento que compõem o Programa RefTOP, contribuindo com as metas da Petrobras de redução do indicador Intensidade de Emissão de Gases de Efeito Estufa (IGEE) no refino.

Também está em estudo a instalação de uma usina fotovoltaica, com área total de 13 mil metros quadrados e capacidade de geração de 4,9 megawatts, visando a redução de custos com energia elétrica, a redução da emissão de gases de efeito estufa e a descentralização da geração de energia na refinaria.

Concrete Show 2026 reúne 27 mil profissionais em São Paulo
Evento recebeu mais de 450 marcas, promoveu 90 horas de conteúdo e registrou vendas de equipamentos durante os três dias

 

Da Redação

Cerca de 27 mil profissionais passaram pelo Concrete Show 2026 entre os dias 25 e 27 de agosto, no São Paulo Expo. Em sua 17ª edição, o evento reuniu mais de 450 marcas expositoras em uma área superior a 36 mil m², além de promover mais de 90 horas de conteúdo técnico com 150 palestrantes e demonstrações de sistemas construtivos em escala real.

Além do volume de visitantes, a organização destacou a presença de executivos C-level e tomadores de decisão de diferentes regiões do Brasil e de outros países da América Latina. O público buscou no evento tecnologias, equipamentos e sistemas voltados ao aumento da produtividade e à industrialização da construção.

Para o head de negócios do núcleo de Infraestrutura e Tecnologia da Informa Markets, Fernando D’Ascola, esse perfil ampliou as oportunidades comerciais para as empresas participantes.

Tivemos uma visitação muito qualificada, com profissionais de diferentes regiões do Brasil e também de outros países da América Latina, o que ampliou as possibilidades de relacionamento e geração de negócios para os expositores. A movimentação intensa dos três dias demonstra um ambiente positivo para a cadeia da construção, com perspectivas de crescimento gradual da atividade em 2026”, afirma D’Ascola.

Expositores registram bons resultados em vendas

Os resultados divulgados pela Petrotec e pela IMB Brasil ajudam a dimensionar a movimentação comercial do Concrete Show. Somente as duas empresas informaram R$ 6,7 milhões em vendas durante os três dias. O valor não representa o total negociado na feira, já que os demais expositores não divulgaram cifras.

A Petrotec registrou R$ 700 mil em vendas para clientes de diferentes regiões do Brasil. Entre os negócios realizados estão combos que reúnem diferentes máquinas para atender às necessidades de cada operação. A empresa também recebeu um número recorde de visitantes internacionais.

“Os visitantes chegaram ao estande com demandas definidas e forte intenção de compra”, afirma o sócio-fundador da Petrotec, César Mari.

A IMB Brasil, fabricante brasileira de pavimentadoras e extrusoras, informou ter vendido R$ 6 milhões em equipamentos. A empresa recebeu profissionais de várias regiões brasileiras e representantes de Peru, Bolívia, Chile, El Salvador e Nicarágua.

“Percebemos uma mudança no perfil do público nesta edição, com visitantes interessados em soluções específicas para suas operações”, diz o diretor comercial da IMB, Ruben Caetano.

Outros expositores também relataram o fechamento ou o avanço de negociações, embora não tenham informado valores. A Schwing-Stetter fechou pacotes de equipamentos durante o evento e avançou nas conversas com clientes tradicionais. Segundo a empresa, a apresentação da nova linha XS também ajudou a retomar o relacionamento com companhias que estavam afastadas da marca.

A Fortemac registrou procura por politrizes de piso, alisadoras de concreto e equipamentos para compactação. Já o Grupo Minas Brisa, que lançou uma linha de robôs em parceria com a BMR, atraiu profissionais da construção civil, mineração, pavimentação e produção de concreto.

Em sua segunda participação no evento, a Zury Máquinas apresentou um equipamento para projeção de massa corrida e tinta e concentrou sua estratégia na captação de leads. Segundo a empresa, a feira permitiu alcançar potenciais clientes de segmentos que não fazem parte de seu mercado tradicional.

Soluções para diferentes etapas das obras

O Concrete Show reuniu fornecedores de cimento e concreto, máquinas pesadas, softwares, equipamentos, ferramentas, químicos e aditivos, escoramentos, pré-fabricados, vergalhões de aço, caminhões e betoneiras. A composição permitiu aos visitantes comparar, em um mesmo ambiente, soluções destinadas a diferentes etapas das obras.

A programação também contou com atrações voltadas à aplicação prática de novas tecnologias e sistemas construtivos. Na Praça de Alvenaria Industrializada, um apartamento construído em escala real apresentou soluções de racionalização e componentes pré-fabricados. Já a MegaDemo – Paredes de Concreto reproduziu as etapas de execução de uma casa com paredes de concreto em formas metálicas.

As demonstrações colocaram em evidência alternativas para reduzir etapas, elevar a produtividade e aumentar a previsibilidade das obras, em um momento no qual o setor enfrenta custos elevados e dificuldade para contratar mão de obra qualificada.


BIM e inteligência artificial são destaques na programação

No campo do conteúdo, o Congresso Construindo Conhecimento reuniu especialistas e representantes da cadeia produtiva em debates sobre os principais desafios da construção, enquanto a Arena Imersiva promoveu workshops práticos sobre BIM e inteligência artificial aplicada à construção. Já a Arena 120 Ideias recebeu apresentações gratuitas sobre tecnologias, produtos e tendências do setor. 

A programação incluiu ainda o encontro “Construindo com Mulheres”, criado para conectar, inspirar e fortalecer a participação feminina em um setor historicamente marcado pela predominância masculina, uma competição de Andaimes realizada pela Abrasfe e demonstrações de máquinas e equipamentos na área externa.

A 18ª edição do Concrete Show será realizada de 17 a 19 de agosto de 2027, no São Paulo Expo.

Amil lança prêmio para pesquisas médicas em tecnologia
Médicos pesquisadores podem submeter trabalhos concluídos sobre desafios da saúde até o fim de outubro

 

Da Redação

A Amil abriu inscrições para o Prêmio Amil de Medicina 2026 nesta 3ª feira (1º.set.2026). A iniciativa vai distribuir R$ 200 mil entre pesquisas desenvolvidas por médicos que atuam no Brasil, em 2 categorias temáticas.

O prêmio é voltado a trabalhos científicos concluídos no país sobre desafios contemporâneos na área da saúde. As inscrições se encerram em 31 de outubro de 2026, e o regulamento completo está disponível em premioamildemedicina.com.br/2026.

Categorias e premiação

As pesquisas concorrem em 2 frentes temáticas. A categoria Avaliação de Tecnologias em Saúde contempla trabalhos sobre implementação de novas tecnologias e sustentabilidade da aplicação de inovações médicas nos sistemas de saúde. Já a categoria Envelhecimento e Multimorbidade abrange pesquisas sobre envelhecimento populacional, doenças crônicas, coordenação do cuidado e modelos assistenciais.

Cada categoria premia 3 trabalhos. O 1º colocado recebe R$ 50.000, o 2º, R$ 30.000 e o 3º, R$ 20.000, totalizando R$ 100 mil por categoria.

Podem participar médicos autores de pesquisas concluídas d 1º dee janeiro de 2023 a 31 de julho de 2026, desde que os trabalhos não tenham sido publicados. Pesquisas desenvolvidas por equipes multidisciplinares também são elegíveis, desde que a inscrição seja feita por um dos médicos autores. A participação é aberta a médicos credenciados ou não à Amil.

Banca avaliadora

Os trabalhos serão avaliados por uma banca composta por 8 médicos de diferentes especialidades, todos com trajetória científica e acadêmica reconhecida. Cinco são integrantes da Academia Nacional de Medicina: Alexandre Siciliano, cirurgião cardiovascular; Carlos Alberto de Barros Franco, pneumologista; Francisco Sampaio, urologista e professor titular da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ); Giovanni Cerri, radiologista e atual vice-presidente da ANM, além de ex-secretário de Saúde do Estado de São Paulo; e Mauricio Younes, nefrologista.

Os outros 3 avaliadores são Gustavo Monteiro, geriatra e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia do Rio de Janeiro; Nelson Teich, oncologista, consultor em saúde e ex-ministro da Saúde; e Paulo César Souza, especialista em medicina intensiva e diretor-presidente do Instituto Américas.

A comissão organizadora do prêmio reúne 3 médicos da direção da Amil: Cristina Mendes, vice-presidente Médica; Charles Souleyman, diretor-executivo Médico; e Monica Barros, diretora de Relacionamento Médico. José Galvão-Alves, também vice-presidente da ANM (Academia Nacional de Medicina), e Paulo César Souza também integram a comissão.

O suporte técnico ao prêmio é prestado pelo Centro Edson Bueno, estrutura do Grupo Amil dedicada à educação, pesquisa e inovação em saúde. “Reconhecer quem produz conhecimento é também uma forma de fortalecer a medicina brasileira. Queremos ampliar a visibilidade de pesquisas desenvolvidas por médicos do país e criar uma agenda permanente de diálogo com a comunidade médica e científica”, afirmou Renato Manso, CEO da Amil.