Hospital Unimed Volta Redonda e Grupo Nefroclínicas inauguram Centro Integrado de Nefrologia na Cidade do Aço
A parceria oferece serviços especializados para o cuidado de pacientes renais

 

 

Da Redação

O Hospital Unimed Volta Redonda e o Grupo Nefroclínicas inauguram no dia 8 de dezembro o Centro Integrado de Nefrologia na Cidade do Aço. A atuação em conjunto une duas instituições que são referência em qualidade em suas áreas de atuação. O presidente da Unimed, Vitório Moscon Puntel, destaca que o Centro vai oferecer um modelo abrangente de atuação na linha de cuidado completa do paciente renal, integrado aos serviços do Hospital Unimed Volta Redonda, reconhecido pela segurança nos processos, humanização e procedimentos de alta complexidade.

“Buscamos cada vez mais trazer o que há de melhor na saúde para Volta Redonda. O Centro Integrado de Nefrologia conta com a experiência da Nefroclínicas, possibilitando que mais pessoas possam ter acesso ao tratamento de qualidade e uma linha de cuidado em nefrologia desde a consulta ambulatorial, procedimentos e futuramente o transplante renal. Esse é mais um investimento em diferenciação e segurança para os pacientes que traz uma mudança de paradigma da assistência de um paciente renal, que também, reforça a contribuição da Unimed Volta Redonda para transformar a região em um Vale da Saúde”, celebra Vitório.

A nova unidade, que atenderá pacientes particulares e Unimed, terá foco no tratamento de doenças renais, a partir de um ecossistema estruturado em promover saúde. O espaço vai contar com consultórios, posto de enfermagem, 12 boxes de hemodiálise, sala de observação e sala de curativo. O Centro também vai oferecer acompanhamento nutricional, diálise peritoneal domiciliar e nefrologia pediátrica.

“O Centro Integrado de nefrologia traz uma ótima novidade como grande investimento para toda comunidade de Volta Redonda. Espaço confortável, moderno, corpo clínico diferenciado e o que há de melhor para oferecer uma experiência única aos pacientes que necessitarem do nosso serviço. Estamos impressionados com a qualidade assistencial do Hospital Unimed Volta Redonda e essa unidade vem fortalecer esse ecossistema”, afirma Daniel Calazans, CEO do Grupo Nefroclínicas.

Obelisco de Ipanema vai ficar iluminado de azul
Iniciativa da Oncologia D’Or chama atenção para o cuidado da saúde do homem, além da prevenção ao câncer de próstata

 

 

Da Redação

Uma das principais vias de Ipanema, a Rua Visconde de Pirajá, famosa pela variedade de comércio e responsável por ligar Leblon a Copacabana, também terá destaque na campanha contra o câncer de próstata. Na noite desta quarta-feira (30), às 19h, o Obelisco de Ipanema, monumento idealizado pelo arquiteto Paulo Casé, vai ser iluminado de azul, como parte das ações da Oncologia D’Or em apoio à campanha de prevenção ao câncer de próstata “O futuro está no cuidado”. Mais do que simplesmente alertar sobre os riscos do câncer, a iniciativa quer estimular os homens a dedicar tempo ao cuidado da própria saúde, dando ênfase à prevenção o ano inteiro, não somente em novembro.

“Além de estar situado em uma das ruas mais movimentadas do Rio, o Obelisco também faz parte de um bairro que estimula a vida saudável, pois as praias são convidativas à prática de atividades físicas. É o que queremos é mostrar a importância do cuidado com a própria saúde, seja com uma alimentação equilibrada, realização de atividade física, mas também com a ida periódica ao médico e realização de exames preventivos”, explica o diretor regional da Oncologia D’Or, Marcus Vinicius J. dos Santos, explica.

E os números mostram que os homens precisam cuidar melhor da saúde. A expectativa de vida do homem no Brasil é de 72,9 anos, enquanto a da mulher é de 79,4. A cada ano, mais de 60 mil casos de câncer de próstata são diagnosticados no Brasil, o que o faz ser o segundo mais comum entre os homens, atrás apenas do câncer de pele não melanoma, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer. “Quando diagnosticado em estágio avançado, a chance de cura do câncer de próstata é de 10% a 20% apenas”, alerta a oncologista Rafaela Pozzobon.

Na avaliação da oncologista, o exame do toque retal, considerado um tabu entre os homens, é fundamental para a obtenção de um diagnóstico mais preciso em relação à doença.  Os homens devem procurar o médico para realização dos exames a partir dos 50 anos. Aqueles que se encontram no grupo com fatores de risco devem procurar a partir dos 45 anos. “O toque retal, apesar da resistência da maioria dos homens, é um exame fundamental para o diagnóstico. Faz parte do exame médico. Não é possível prevenir contra a ocorrência do câncer de próstata, mas podemos fazer um diagnóstico precoce. Infelizmente, por causa dessa resistência, ainda temos um índice de 20% de diagnóstico tardio”, frisou.

Pozzobon ressalta que a doença pode manifestar-se através de sinais como dificuldade em urinar ou urina escura, por exemplo, que é comum a outros problemas como hiperplasia benigna da próstata. Por isso é importante que o homem faça acompanhamento médico regular e mantenha seus exames em dia. “A falta do cuidado com a própria saúde faz com que o homem não perceba sinais de doenças em seu estágio inicial”, observa a oncologista.

Sobre o câncer de próstata

O câncer de próstata é um tipo de câncer muito comum nos homens, especialmente após os 50 anos de idade. Geralmente, o tratamento pode ser feito com cirurgia, radioterapia ou quimioterapia, dependendo do estadiamento da doença, que quando é descoberta ainda na fase inicial, tem maiores chances de cura.

Máscaras em aviões e aeroportos são obrigatórias a partir de hoje

 

Da Agência Brasil

A partir de hoje (25), o uso de máscaras de proteção facial volta a ser obrigatório em aviões, aeroportos, meios de transporte e outros estabelecimentos localizados na área dos terminais. A decisão foi tomada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no início desta semana, visando a reduzir o risco de contágio de covid-19, diante do aumento expressivo de casos da doença nas últimas semanas.

Conforme decisão da Anvisa de 13 de maio deste ano, permanece mantida a possibilidade dos serviços de bordo em voos nacionais. Dessa forma, será permitido remover a máscara para hidratação e alimentação no interior das aeronaves, bem como nas praças de alimentação ou áreas destinadas exclusivamente à realização de refeições nos terminais e demais ambientes dos aeroportos.

De acordo com a resolução aprovada pela Diretoria Colegiada da Anvisa, as máscaras devem ser utilizadas ajustadas ao rosto, cobrindo o nariz, queixo e boca, minimizando espaços que permitam a entrada ou saída do ar e de gotículas respiratórias.

A norma proíbe a utilização de máscaras de acrílico ou de plástico; máscaras dotadas de válvulas de expiração, incluindo as N95 e PFF2; lenços, bandanas de pano ou qualquer outro material que não seja caracterizado como máscara de proteção de uso profissional ou de uso não profissional; protetor facial (face shield) isoladamente; máscaras de proteção de uso não profissional confeccionadas com apenas uma camada ou que não observem os requisitos mínimos de fabricação, previstos na norma ABNT PR 1002.

A obrigação do uso de máscaras será dispensada no caso de pessoas com transtorno do espectro autista, com deficiência intelectual, com deficiências sensoriais ou com quaisquer outras deficiências que as impeçam de fazer o uso adequado de máscara de proteção facial, bem como no caso de crianças com menos de 3 anos.

Por fim, a norma aprovada prevê que, nos veículos de deslocamento para embarque ou desembarque em área remota, viajantes e motoristas mantenham o uso obrigatório e adequado das máscaras faciais.

Cenário epidemiológico

Para subsidiar a decisão, a Anvisa realizou reunião com especialistas sobre o cenário epidemiológico atual da covid-19 no Brasil. Participaram representantes da Sociedade Brasileira de Infectologia, Conselho Nacional de Secretários de Saúde, Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, Fundação Oswaldo Cruz e Associação Brasileira de Saúde Coletiva, além dos epidemiologistas Carla Domingues e Wanderson Oliveira.

“Os participantes da reunião ressaltaram que os dados epidemiológicos demandam o retorno de medidas não farmacológicas de proteção, como o uso de máscaras, principalmente no transporte público, aeroportos e ambientes fechados/confinados”, explicou a agência na ocasião.

A entidade destacou que o uso das máscaras estava previsto como recomendação desde agosto deste ano, principalmente para pessoas com sintomas gripais e para o público mais vulnerável, como imunocomprometidos, gestantes e idosos.

Além dos dados epidemiológicos atuais, o comportamento com características de sazonalidade da pandemia também foi considerado pela Anvisa. “Nos últimos anos, observou-se no Brasil o aumento da transmissão do vírus no período de novembro a janeiro, quadro que pode ser agravado pelo maior fluxo esperado de viajantes, que se deslocam pelos aeroportos para as férias escolares e festas de fim de ano”, acrescentou a agência.

A Anvisa lembrou que atua, mais uma vez, dentro de suas competências legais e “adaptando as regras atuais de forma proporcional ao risco para a saúde da população”. “A agência continuará atenta, avaliando e acompanhando os dados epidemiológicos, a fim de que as medidas possam ser revisitadas sempre que necessário, visando ao cumprimento de sua missão na proteção da saúde das pessoas”.

Hospital Unimed Volta Redonda é o primeiro da região Sul Fluminense a realizar cirurgia cardíaca por vídeo
Cirurgia por vídeo apresenta menos riscos e permite uma rápida recuperação para o paciente

 

 

Da Redação

A primeira cirurgia cardíaca minimamente invasiva por vídeo da região Sul Fluminense foi realizada no Hospital Unimed Volta Redonda, para a retirada de um tumor cardíaco, um mixoma de átrio esquerdo. Com o sucesso da cirurgia realizada como uma alternativa que proporcionasse menos riscos e uma rápida recuperação, a paciente, de 78 anos, já está recuperada e voltou a sua rotina.

A paciente, moradora de Rio Claro (RJ), descobriu o tumor cardíaco nos exames de rotina com um médico cardiologista e procurou um médico cirurgião cardiovascular para a retirada. “Eu fiquei muito ansiosa para a cirurgia e valeu a espera. Minha recuperação foi muito boa, com menos de um mês da cirurgia pude levar meu atestado na academia da terceira idade. O hospital também foi ótimo, fui muito bem atendida. Fico feliz de saber que fui a primeira paciente da região e desejo que mais vidas tenham essa oportunidade”, comemora Joaquina Peixoto.

Responsável pelo procedimento que só era encontrado nos grandes centros, o médico cirurgião cardiovascular Dr. Jean Pierre explica que, hoje em dia, com a tecnologia, algumas cirurgias podem ser realizadas por vídeo e proporcionam menos riscos. “Como qualquer outra cirurgia por vídeo, a cirurgia cardíaca minimamente invasiva oferece uma recuperação mais rápida, pois, os cortes são infinitamente menores, são incisões mínimas, muito pequenas”, conta o cirurgião.

A primeira paciente da região, Joaquina Peixoto, feliz com sua recuperação, já planeja suas atividades para os próximos meses: “Eu gosto de passear com meus amigos da terceira idade. Agora, quero retornar e aproveitar para viajar”, disse Joaquina.

Para a diretora do Hospital Unimed Volta Redonda, Dra. Isis Lassarote, essa cirurgia é mais um exemplo de como o hospital segue investindo em tecnologia para oferecer o que há de mais moderno e melhor para os clientes: “Esse é mais um avanço para cuidar ainda mais da saúde e bem-estar das pessoas. Nossa preocupação é sempre fazer o melhor para o paciente, consequentemente, temos um hospital no ranking dos 100 melhores hospitais do país pelo estudo da revista norte-americana Newsweek em parceria com a empresa global de pesquisa de dados Statista Inc, além de possuir as principais certificações do setor da saúde, sendo elas: ONA 3, HIMSS 6 e PALC”, afirma a diretora da Cooperativa.